Sentava-se. O tempo não existia.
porque o córrego era paciente
com a insignificância dos pequenos.
Não havia assunto proibido:
Tudo o córrego ouvia com muita tolerância.
Porque ele parava em seu trecho
não tinha pressa, ia para o mar para o ar
não tinha pretexto,
somente conversa.
A beira do córrego
se jogava pedrinha. Havia uma montanha
de pedrinhas ao alcance da mão.
Quantos diálogos havia
por ali, espalhados pelo chão.
Não se sabia não...
A beira do córrego
havia muitas outras vidas conversando
paradas as sombras das pequenas árvores
com pequenos pássaros, com pequenos insetos,
com pequenos frutos, todos conversavam
tudo com o pequeno rio
que ainda está lá, hoje porem mudo.
Agradeço a visita Portugal Indonesia Quirguistão Bielorusia Brasil EUA Paqistão Russia Nepal Malasia India Banglades Venezuela Panamá Vietnã Alemanha Argentina Usbequistão Marrocos Mexico Filipinas Togo Salvador libia Paraguai Singapur Sudafrica Azerbaijão Congo Paises Bajos Chile Reino Unido Turquia Angola Ucrania Equador Bulgaria catar Colombia Jordania Canada Quenia Hong Kong França E. Arabes Egito Bolivia Iraque Argelia Etiopia Uruguai Omã Rep Dominicana Nigeria Israel Palestina
sexta-feira, 10 de outubro de 2014
Assinar:
Postar comentários (Atom)
En el retanguim o Çê mismo uai, ¡tonta!
La mamá y el papá miraban en el retanguim colgado en la pared, una vez por semana. El papá fruncía la boca, torcía el bigote, movía el c...
-
De sterren, in de stilte dag, de sterren zingen. De maan giet licht en betovert. Het licht dat van ons houdt. In de stilte van de tijd, ...
-
Non c'è sogno che resista al tempo Improvvisamente la chiarezza del mattino, la sottigliezza della pioggia, l'intrusione della temp...
Nenhum comentário:
Postar um comentário