segunda-feira, 10 de agosto de 2009

Declaração de imunidade - maria melo - Brasil

Inspiração: Filme americano
Put your fire arms in the ground... in the gardem, in the floor!
Declaro não ter nem nunca ter visto um arsenal de armas
tal qual o descrito.
mas na televisão sempre aparece tudo,
Tambem nos dias de independência da pátria,
se vê pela tv os arsenais de armas no mundo,
pelo menos... o que se pode exibir.
E até os que estão próximos...
património do exército e do estado.

Nas reportagens policiais!
Nas reportagens sobre as guerras,
nos livros de histórias!

A estória criada aqui ainda não acabou...
escrevo outra hora.

As armas- roteiro para cinema um filme de amor - Maria Melo - Brasil Paraná


Envolveram a bomba... ( nunca vi uma bomba)

só as de chocolates. Talves fosse uma replica,

ou uma mini... amostra grátis.


Eram várias pessoas... com imenso carinho levaram a bomba e

colocaram dentro da bananeira.

Do lado de fora escreveram um cartaz:

penduraram-no nas folhas

"Cuidado, bananeira armada"


É o bastante, disse o chefe de tarefa.

Uma só bomba basta para esta árvore,

fizeram isto com todo amor,

ao trabalho,

cada bananeira uma bomba,

cada bloco de planta, outra bomba.


Depois pegaram um revolver muito pequeno,

arrancaram a espiga do milho,

e no lugar dela, enfiaram a arma,

outro cartaz, "Cuidado, pé de milho, armado"

Fizeram isto com muitos revolveres,

e com todos os pés de milhos.


Igualmente com todas as plantas do jardim,

ornamentais ou não,

metralhadoras, fuzis, foguetes, mísseis,

cada qual era colocada nos galhos das árvores,

apontando para lá ou para cá,

e sempre com o mesmo cartaz,

"cuidado, árvore, fortemente armada"


Não houve uma única planta daquele imenso jardim

que não tenha recebido uma ou muitas armas.


O jardim era sem dúvida o lugar mais perigoso do mundo.

Não apontava para a cidade ou para pessoas.

Simplesmente as armas estavam ali,

muitas, quase todas carregadas.



Os cientistas apreciavam da janela,

não entendiam e não queriam entender...

chega-se a um ponto em que o absurdo acontece.


As belas roseiras coloridas

estavam também enfeitadas de armas.


As maiores armas e mais potentes estavam no chão

guardando as partes mais frágeis da floresta

da dona.

É um poderoso exército, parece imóvel mas não inativo.


As árvores são as casas e todo meio ambiente

da maioria dos pássaros,

que fazem todos os dias, longas esvoaçadas

pela floresta... ao regressaram

cantaram uníssono...


Que diabo de coisa será isso!

Cantou o sabiá laranjeira!

e todos os outros bicudos da redondeza.


ninguém respondeu e cada um em suas árvores,

tentou descobrir o que era, quem era o novo impostor.

Pousou na arma, ciscou na arma,

bicou a arma, asou a arma,

e nada, nada mesmo, nenhuma resposta.

Deve ser um novo tipo de galho ou fruto,

ou semente talves flor

que esta árvore deu!


E eles continuaram cantando suas lindas

melodias pelos ares,


depois só depois veio a imprensa.

aquela que leva o recado, que manda a foto e que dá noticia.



A visão roteiro para cinema um filme de amor - conto - Maria Melo - Brasil Paraná.


Tão logo ela iria mostrar a arma que faltava
ouvia-se novo ronco de motor no ar.
e do terraço se pode ver lá na estradinha da floresta
novos carros chegando.

Desta vez ela não desceu. Eles próprios abriram o portão e
penetraram no jardim. saíram dos carros e se dirigiram para o prédio
lá do terraço todos acompanhavam o acontecimento.

De repente todos chegaram no terraço:
Bom dia Dona... Ela disse Bom dia.
Todos se encantavam com a visão da cidade que se podia ter do terraço,

Um grupo formado por homens e mulheres, alguns
personagens muito velhos e desmemoriados
outros muito jovens e curiosos.

Veja a cidade, como é bela, aqui da minha janela.
À noite a paisagem é inédita se tem lua cheia.

Mas não foi para ver a cidade que vocês estão aqui...
Viram aquelas montanhas de armas no jardim?
São todas a armas inventadas por vocês.

São grandes e poderosos cientistas.
Ricos, respeitados e famosos! Não há de minha parte censura
quanto a dedicação de cada um de vocês ao trabalho.

Mas chegou ao fim. Vocês todos foram demitidos.
Demitidos e aposentados.
Cadeira de balanço e chinelos quentinhos para todos!
Seus direitos à boa vida continuaram.
Ninguém questionará os seus pecados.
Todos são tão inocentes e prestativo,
quanto os cachorros e os cavalos.

Mas eu não... disse um jovem cientista dos maiores do mundo...
Está demitido, e aposentado se não aposentado por idade,
está aposentado por invalidez.

Todo seu trabalho é inútil... não impotente.

Mas nada lhe faltará.

Veja no meu jardim suas grandes bombas.

O grupo de cientistas foi para o jardim... conferir tudo:
Sim... O velho disse esta fui eu! Que beleza de arma,
quem tinha uma desta
tornava-se um homem de valor.
Havia dúvida nos olhos deles,
mas havia também muito alívio.

Lá do outro lado num canto do jardim
Estavam amparados em pedestais para partitura
grandes livros, cujas folhas abriam e fechavam ao sabor do vento.
Eram os livros históricos de todas as armas de massa, inventadas
pela humanidade...
onde elas tinham sido usadas e as consequências do uso.
Um livro muito especial falava das armas biológicas.
Os cientistas destes projetos também estavam ali.

Caminhavam pelo jardim feito crianças
corriam de um lado para outro, acarinhavam suas obras mortíferas.
razão do bem estar de suas vidas,
são de fato inocentes cruéis,
não compreendem mas amam os próprios papeis.
É o dom da vida!

Desculpe madama o que vai fazer com estas armas?
Não tem apenas armas antigas,
a senhora tem um grande arsenal de coisa perigosa,
Vai destruir tudo?
Tenha paciência, disse ela.
Decidiram voltar para o terraço.

Um lindo e saboroso chá fora servido
aos visitantes, por outras mulheres, muito lindas,
de diferente nacionalidades,
com aparência surpreendente
elas exibiam a grande beleza da diversidade
do acabamento da natureza.

Durante o chá ( com todas as delícias que eles conheciam e apreciavam)
ninguém falou nada de nada, apenas comiam, bebiam, riam muito.
Estavam felizes demais para se preocuparem com qualquer coisa,

Na hora do chá a vida é do chá! "Meu netinho pulou em cima das minhas costas,
estou com dor na coluna..."
estórias semelhantes iam desfilando nos ouvidos e bocas
de todos... Família, família,
uma bobagem extra ordinariamente boa.
um inigualável capricho da natureza,

Música e chá e conversa, tudo isto passou muito rápido.
Novo ronco de motores nos ares,
novos carros chegando, novas pessoas.

Desta vez ninguém subiu! Se espalharam pelo jardim
O jardim da madama era muito grande e muito diverso,
grandes árvores, vindas de diferentes partes do mundo,
em contraste com pequenas espécies.

Do terraço se podia ver tudo lá em baixo.
Belas e floridas árvores,
floridas umas, outras com sementes,
outras secas, troncosas, atapetados de diversas gramineas

Plantas alimentícias , lindos pés de milhos, frondosas bananeiras.
A madama era realmente louca por vegetação.

Os homens e as mulheres que acabaram de chegar
rodearam uma arma muito pesada, com todo carinho,
eles a tocaram e depois....

domingo, 9 de agosto de 2009

Verdade! - roteiro para cinema um filme de amor - maria melo brasil paraná


O comboio de caminhões vinha mata adentro.
Ela ouvia atenta. Era a primeira vez.
Aquela estrada pequena e curva, enfiava-se pela floresta
deserta de bicho e gente.

Ela correu para o grande portão.
Abriu-o mesmo antes de ver os caminhões.
ficou esperando, calada e pensativa.

Além dos caminhões... carros blindados
e com segurança máxima, também chegariam.

Foram aparecendo, negros e cobertos,
encobertos, pararam frente a ela.

Onde devo colocar este material, madama?

Distribua os caminhões pelas estradas do jardim,

à direita, à esquerda, há placas indicativas.
Assim os caminhões foram passando pelo portão,
era uma carga gigantesca e perigosa.

Depois do ultimo caminhão... ela fechou o portão.

Todos os motoristas se reuniram em torno dela.
E agora o que faremos.
Ela disse, descarreguem as armas no jardim,
no meio das rosas, das margarida,
dos giras sóis e dos jasmins.
E de outras flores quaisquer!

Começaram a depor as armas.
todas etiquetadas, desde a primeira e mais primitiva
até as mais aterrorizadoras e de ponta.

Senhora aqui tem uma das maiores fortunas do mundo,
e a senhora manda simplesmente
por armas tão perigosas e caras no jardim?
Tem tanto espaço aqui para guardá-las!

Empilhem todas por aí... quaisquer armas
deixem apenas visível a etiqueta e o histórico de cada uma.

E as bombas.... naquelas carros, madama,
lá na frente,
todas as bombas que comprei,
todos os modelos, desde o primeiro até o mais moderno?
Sim, tudo.

Ela foi para lá... armas desengonçadas
para que tanta coisa para matar aquilo que é naturalmente mortal?
aquilo que morre até dormindo,
que dorme vivo e acordo morto,
que não deixa uma única e real herança de si mesmo,

Questões filosóficas,
A senhora vai fazer uma guerra, não sabe que algumas destas armas
não funcionam mais?
Vai criar um museu de armas?
É colecionadora?

Com uma só arma destas aí,
a senhora pode destruir muito... porque comprou tanto cacaiada?

Muito monturos pelo jardim, montanhas...
armas bonitas e polidas
feitas com a variedade de nossa tabela periódica

Cadê seus segurança, ou seu comandante,
não acredito que esteja só... perguntou o homem chefe do comboio...
Quem virá levar estas armas?
Quem pagou por elas e porque?

As formigas virão depois e guardarão as armas
mais discretamente.
Há grandes formigueiros pelo jardim.

Vamos entrar no prédio e conversar.

Num gesto mudo, todos os homens
se dirigiram para o prédio, muito alto!
Três elevadores os esperavam
ninguém mais.

Tudo muito deserto, silencioso...
era mata fechada, dia, ainda, o céu lindo,
e a cidade ficava alguns passos dali.


Foram para o terraço. Parecia tudo feito de aço.
Admirados pela beleza das grandes torres
ordenadas no espaço. Era coisa linda de se ver.

Todos sabem mas vocês nunca viram a cidade daqui, só eu.
É uma lenda. É tão bela que parece um uma
cordilheira mágica!
A senhora tem muito bom gosto para seus olhos.

Sem dúvida, meu amigo!

Do terraço se via a montanha de munição, no jardim.

Agora que vocês trouxeram todas suas armas,
e as colocoram no jardim,
estão desarmados. correto?

Estas são todas as armas usadas no mundo...
mas faltou uma que vocês não puderam trazer,
porque não a conhecem!


Quem sabe consigo lhes mostrar esta arma faltante:
(continuarei depois)

domingo, 2 de agosto de 2009

O lago de Diamante - conto Maria Melo - Brasil Paraná - Roteiro para cinema - um filme de amor

Pois é assim mesmo. Você ainda se lembra do lago lá alto da montanha.
Aquele que ficava no sitio do Senhor Diretor da minha trama?
Onde o Príncipe Lord C escondeu sua amada...
E o rei guardou todos os seus diamantes...!

Voltemos ao Lago... passou de fantasia para a realidade
Onde ficará ele, longe ou perto da cidade?

Um leitor, aquele que crê no que lê... leio e abismado
com o que ele próprio entendeu.

Seu sítio já abandonado por todos os herdeiros,
era morro só, e quiçaça, pedregulho sem trilha,
nada por ali se plantava,
nem mesmo os da cidade, o sitio visitava.

Mas o leitor bocudo que era e também contava histórias...
sem que ninguém o soubesse,
bateu esta lá fora.

Disse aos primos metidos aos amigos exibidos,
que o chamavam de caipira,
que seu lago tinha lenda,
dos velhos tempos perdida.

Que seu avô deu notícia,
que aquele buraco de água, tinha muito diamante escondido.
mas que já fazia 100 anos que seu velho
avô tinha morrido.

Por isso ele guardou o lago
na esperança de um dia ficar rico.
e esta façanha ao seu avo,
seu pai tinha prometido!
mas seu pai, também por acaso já tinha morrido.

Para a história não havia desmentido!

É claro que algo tão antigo quanto um lago,
contem vestígios, no mínimo,
de algum povo, de algum bicho,
e não se despreza tudo que nele estiver contido.

O lago do leitor era pequeno,
fundo, no entanto,
esparramou-se a lenda,
de grandes diamantes.

E vieram todos, curiosos e interessantes
pesquisar as noticias que pela cidade errante,
corriam sem preguiça.

E orientados pelo nobre leitor,
um grande grupo o morro subia.
Subiam e assobiavam...

canções que só gente alegre canta.

Desmontaram o velho e pequeno lago,
até onde puderam...
encontraram uma montanha de lixo,
que da cidade, num caminhão sem ronco,
vinha escondido, lá do outro lado do
sitio,
depositar ali seu lixo.

Qual foi a surpresa do caipira,
recolher dali tanta sacola em tira.

Depois que tiraram todo lixo
do lago, então, surpreendentemente
os diamantes puderam contemplar...

Eram líquidos,
e nunca mais esqueceram
o lugar onde o diamante está!

Ditado

Não há nenhuma semelhança deste trabalho com qualquer realidade. É pura fantasia.

A negra - conto - maria melo - Paraná Brasil -

Percebe-se claramente que existe uma intenção
por além das atitudes.
O casal branco ficou com a moça negra.
A decisão foi ficar perto,
descobrir o segredo... onde estava LAWA.

Poderia ser uma vingança do namorado
ferido no seu orgulho?
Ele era negro, de família negra,
da raça( termo indefinível, verdadeiramente)...

Mas o que importa é ter a moça por perto,
muito perto.
Por isso a levaram, por isso as autoridades permitiram,
tudo muito simples,
simplesmente simplificado.

Na casa, na intimidade do sofrimento,
da ausência de quem se ama... fica-se frágil,
e todas as regras podem desmoronar...
até as mais severamente possíveis.

E em poucos momentos estavam os dois
acreditando que ela fosse realmente
a filha desaparecida... não pela aparência,
mas pela presença, a indescritível
presença de quem se ama,
a presença que preenche um espaço infinito
que só o amor pode ocupar...

A razão no entanto existe e sobrevive,
sem pedir licença.

Um simples telefonema tira todo mundo
de seus sonhos.
Ela atendeu, normalmente,
como sempre disse "Alô...

A outra do outro lado responde:
"Lawa, querida, você voltou,
que felicidade, amiga... me diga por onde andou...
o que estava fazendo?

Ela respondeu sorrindo...
cheguei hoje de manhã.
Não liguei para ninguém, ainda e você como está,
namorando, estudando, planejando...

Nem acredito Lawa, você de volta
nossa turma vai adorar,
estávamos todos com saudades de você!
Vamos sair à noite?

Neste momento os pais se desesperaram...
Como sair... se ela é negra, nunca foi Lawa...
nenhum amigo de Lawa
vai aceitá-la, como tal...
o que espera? Será a garota doida, devera?

Se sim, ou se não, o fato é que naquele
momento ela era Lawa... eles sentiram isto
e se aterrorizaram com o sentimento.

Você não vai sair, não por enquanto. Espera
um pouco mais, até encontrarmos uma solução,
uma explicação para esta história,
esta confusão.

Não posso ficar presa por causa de um pequeno problema
na cabeça de vocês! Preciso viver.
Preciso viver com as pessoas,
do meu tempo, do meu mundo,
do meu coração! Será que nunca iremos nos entender?
Meu pai e minha mãe!

Espera Lawa... olha lá na rua, a aglomeração de vizinhos
inquietos por sua causa.

A moça espichou os olhos, suspirou e disse...
D... Natália, Dona Terezinha, Dona Joana,
Seu José Magro, Seu Antonio, O Fábio...
ora, será que é festa? Vocês os convidaram?
Por que estão conversando na frente do nosso portão,
aliás, não só falando como questionando
a vida alheia, que coisa feia!

Mamãe, vamos lá fora, bater papo,
escutar asneiras e falar bobagens.

Ouvir o que eles tem na cabeça...
vamos papai... você é mais corajoso!

Abriram a porta e foram saindo os três,
bem como antigamente,
a menina sempre reclamando,
o pai na frente, a mãe resmungando.

Chegaram no portão. É claro
que o portão já tinha sido palco de indagações
dos vizinhos. Quem será aquela negra
jovem e bonita?

"Será filha do homem branco de olhos azuis
com uma mulher negra? Isto Pode!"

Bom dia Dona Branca, como vai a senhora, Hoje?
Bom dia Álvaro, tudo bom?

Sim, conosco está tudo bem e vocês,
alguma novidade?
Não! Nada!
Oi, Dona Joana, disse Lawa,
não se lembra mais de mim?

A mãe socorreu a situação,
Está é uma menina bastante problemática,
fez uma porção de sinais para os vizinhos para
explicar que a garota
não era normal.
Ela está aqui conosco para tratamento,
é filha de um casal de amigos que temos.

Ah....!!! disseram eles, entendemos.

Saíram pela rua andando, a pé
tal como antes, porem agora
carregavam em suas costas
um enorme enigma!

Foram até a sorveteria, pediram sorvetes,
cada qual no seu silêncio,
saboreava o momento,
o momento mágico,
aquele em que nada sabemos sobre
nada, a não ser a enorme sensação
de estarmos vivos e ter que compartilhar
o amor, ainda que seja estranho
o ser que nos ama, o ser que amamos,
eles, no fundo da alma sabiam isto,
isto deveria bastar.

Se não houvesse tantos embaraços,
"Olha a cor da menina... Olha o número da menina,
olha os direitos dela... Não pode isto, por causa daquilo,
olha o estudo dela, a ficha dela, o pai dela,
a mãe, olha o cartão, o certificado disso e daquilo,

Ele já estava pensando em tudo...
sua mente prática e acostumada a se explicar,
e explicar-se sobre si e sobre todos.

E a pagar por tudo que não estivesse
conforme os papeis de uma sociedade
á beira da loucura de tanto desespero.

Tamanha trama, tamanha ordem
que virava desordem se um plug não plugasse...
O pingo dos is!

O estranho

 Aquele que me é estranho Me são estranhas suas lágrimas. Até posso vê-lo como uma rosa que se orvalha. Não entendo sua dor nem do coração n...