Agradeço a visita Portugal Indonesia Quirguistão Bielorusia Brasil EUA Paqistão Russia Nepal Malasia India Banglades Venezuela Panamá Vietnã Alemanha Argentina Usbequistão Marrocos Mexico Filipinas Togo Salvador libia Paraguai Singapur Sudafrica Azerbaijão Congo Paises Bajos Chile Reino Unido Turquia Angola Ucrania Equador Bulgaria catar Colombia Jordania Canada Quenia Hong Kong França E. Arabes Egito Bolivia Iraque Argelia Etiopia Uruguai Omã Rep Dominicana Nigeria Israel Palestina
quarta-feira, 30 de dezembro de 2009
O espião... conto - Dona Joanita na mira...
... Não, ele não é bobo.
Não tem zeros no 7,
e ela é tranquila
feito água de sobe e desce...
o que fazer para desarmar sua armadilha,
se a própria vida dela a tece...
Sedutor sem pressa, bebe seu copo de vinho,
enquanto Dona Joanita toma a garrafa inteira,
fosse bom desvendar seu carinho
não temer, qualquer coisa bem verdadeira.
Ela espera que ele conte... Um, dois, três,
acabou, vou me embora, não deixo nada aqui,
que ele ria de suas graças de hoje e outrora..
que na carteira dele, dinheiro não haja ali.
Ela espera que ele mostre as mãos,
de relance ela viu, sem olhar de frente,
mãos que não escondem os vicios, e repentes,
de alegria de dor, e fingimento.
Mãos que ela duvida sejam sinceras,
no mais tenue dos carinhos prestados,
mãos que calam serenas à espera
verdades e mentiras emprestadas.
Dona Joanita está na mira
nem por isso tem como fugir,
sua vida é mais que qualquer mentira,
que se pregue por aqui!
E olham, atentamente os olhos,
que ela devora, sem problema algum
me decifra senão morro ou choro...
sem motivo nenhum...vou me embora.
Ele o espião o que fará, depois,
nem ele mesmo sabe,
perdido no seu mundo vazio,
genial, profético e sábio.
Traz consigo a certeza
de que ela mente, o tanto quanto lhe importa,
que a verdade toda verdade,
está no espelho, escondido atras da porta.
E é tão frágil que fascina,
se quebrada em pedacinhos, nega tudo,
mata tudo, desmonta todo um quebra cabeça,
que demorou milenios para ser cumplice.
Dona Joanita abre as mãos e mostra,
desprotegido diamante de carvão, que porta,
se quiser é todo seu, diz ao espião,
que a vigia alem da sorte.
Ela suporta, tem que suportar que ele a olhe,
e até se mostra, sua imagem,
clara e antiga, no trapo velho,
ainda conservado, pintado a oleo.
Dona Joanita brinca, seu Pablo
quem sabe seja uma crinça, ainda,
e possa entender que nada se finda,
mesmo quando o amor jura morrer.
Assinar:
Postar comentários (Atom)
Thanks
A gradeço o carinho da sua visita... Visitam este blog Brasil, Estados Unidos, Israel, França, Portugal, Antilhas Holandesas, Alemanha, Geo...
-
De sterren, in de stilte dag, de sterren zingen. De maan giet licht en betovert. Het licht dat van ons houdt. In de stilte van de tijd, ...
-
Non c'è sogno che resista al tempo Improvvisamente la chiarezza del mattino, la sottigliezza della pioggia, l'intrusione della temp...
Nenhum comentário:
Postar um comentário