Nem gosto de tocar no ponto.
me sinto logo meio tonto.
não sei se é medo ou imaginação.
me aperta muito o coração!
O tema é largo, abrange todo mundo,
até o cachorro está no verso,
no topo com cabeça de chefe
apontando caminhos no universo.
quando bate o fio da claridade,
me vem saudade do tempo do não sabia,
que a semente tem vida, na realidade
e não é um a vida vazia.
Está estrelado no cinema
nos compêndios da psicalise
nos versos gregos e nos mudanos
que faíscam pela cidade.
E chegará o dia, está bem breve,
que o peso do passado ficara leve,
que as coisas antigas
serão antigas... tão antigas como se deve,
e a vida das sementes,
vividas e não contadas hoje,
do jeito cruel que se as escreve!
quinta-feira, 4 de setembro de 2014
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