É sul real a vida de cada um...
virtual seu zum
e ilimitado o bum!
Ora cresço nas vestes,
meus cabelos me cobrem
os pés...
que andam para dentro da terra
como raízes ciprestes
quem os verá amanhã...
se qualquer futuro lhes couber.
não nego:
sou azul como o céu
que nos olhos carrego
sou verde como a floresta,
que levo no sangue...
meu mangue
de festa!
e estas montanhas sentadas,
com suas grandes cuias de água salgada..
que caladas depois de séculos...
contemplam as invenções
inventadas.
para não ter que dizer nada!
Eu me confundo
com o mundo cheio de estrelas,
de letras, de gotas de chuva, de gelo.
de raios de sol, de pétalas,
de penas de aves,
dentes e bocas,
de feras mansas e selvagens...
no mesmo espaço sagrado de Deus
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