| No meu passo, passo e deixo meu presente, o presente de mim sou eu esta riqueza que me envolve, A terra, minha fábrica de sonhos, O sol, a minha luz, que faz visível, o meu espelho, a minha alma, tão presente e tão distante. Passo mesmo, sem engano, ainda que sem ciência, ou religião, ou qualquer coisa iminente, me convenço sou eu, entre tantas possibilidades, ainda sou a andar pela cidade, a mesma tua cidade Meu velho Deus a alvura de tua figura ainda confunde crentes e ateus... No entanto passas simplesmente pelos mesmos velhos caminhos que passam todos os filhos teus também passo eu. |
segunda-feira, 14 de abril de 2025
Meu velho Deus
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