Não ando na linha
Gosto de ir de trem
descendo a serra
na sua cantoria
de lata batendo o ferro.
os apitos estridentes dos freios
nos trilhos cantarolando
ate a onça pitada da serra
sobe na árvore e fica olhando
Não há quem não se encante
com a máquina do trem no meio da selva,
é uma paisagem colorida itinerante
gritos apitos que treme a relva.
Lá embaixo, um riozinho manso
uma bela lavagem de corpo e alma
um almoço gostoso que enche a pança
é o fim da viagem na mata atlântica.
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