quinta-feira, 10 de abril de 2025

onda

 

onda...

Sem profundidade
no leva e traz da  lida
vivo a deriva da onda
que lambe a superfície da vida.

além por outras bandas
a maresia leve límpida e mole
umedece a planta
que nasce neste solo.

deixo perdido, vago
a força o poder humano
para ser só um largo
um largo pedaço de pano.

de algodão branco e bom,
colhido na fazenda da terra,
que aceno em nome da paz...
enquanto não finda a guerra.

Nenhum comentário:

Postar um comentário

O estranho

 Aquele que me é estranho Me são estranhas suas lágrimas. Até posso vê-lo como uma rosa que se orvalha. Não entendo sua dor nem do coração n...