Se os dias são leves...
se os dias são arduos
as alegrias são breves
as tristezas são largas...
mesmo assim a vida da água na boca...
é de lamber os lábios.
Poemas agradece sua visita Portugal, Indonesia, Quirguistão, Brasil, EUA, Paquistão Russia Nepal, Malasia India, Bangladeche, Venezuela, Panamá, Vietname, Alemanha, Argentina, Usbequistão Marrocos Mexico, Filipinas, Togo, Salvador Paraguai, Singapura, Africa do sul, Azerbaijão, Congo-Brazzaville Chile, Reino Unido, Turquia Ucrania, Equador, Colombia, Jordania, Canada Quenia, Hong Kong França, Emirados Arabes, Egito Bolivia Argelia, Etiopia, Uruguai, Omã, República Dominicana, Nigeria e outros
quinta-feira, 22 de maio de 2014
domingo, 18 de maio de 2014
no começo
é só rigozijo.
festa pra todo lado!
no fim
é policia foro e juizo
o santo fica pelado.
andor quebrado,
fé abalada,
todos saem perdendo
o nome seprocado.
Quase nunca acordo
bom senso gratidão
pilha de papel sentença na mão
o coitado,
fica descoitado
endividado
amuado
sem crença na paixão.
depois vem o outro amor
tirar satisfação...
É mole,
não é mole não.
festa pra todo lado!
no fim
é policia foro e juizo
o santo fica pelado.
andor quebrado,
fé abalada,
todos saem perdendo
o nome seprocado.
Quase nunca acordo
bom senso gratidão
pilha de papel sentença na mão
o coitado,
fica descoitado
endividado
amuado
sem crença na paixão.
depois vem o outro amor
tirar satisfação...
É mole,
não é mole não.
coincidência...
"Inventei tanta mentira
para ir àquela festa...
- escalado para apagar o fogo
que pegou na floresta.
Além disto meu amigo de plantão
quebrou a perna...
sua compreensão me fez suspeitar dela.
Mas nunca imaginar
o quadro da passarela.
faria qualquer coisa para ir aquela festa.
E me arrumei como se arruma uma "donzela"
Fui.
Que surpresa,
sentada em quatro naquela mesa,
estava ela cada vez mais bela!
Quando me viu levantou-se sem embaraço
enlaçou me nos braços...
!Oi querido, vim porque me disseram
que você estaria aqui... que bom que vocês vieram.
Respondi a meio sorriso,
aquilo que me veio preciso,
foi o mesmo que me disseram
por isso viemos,
eu e meus amigos...
fomos dançar e nunca mais falamos nisto.
para ir àquela festa...
- escalado para apagar o fogo
que pegou na floresta.
Além disto meu amigo de plantão
quebrou a perna...
sua compreensão me fez suspeitar dela.
Mas nunca imaginar
o quadro da passarela.
faria qualquer coisa para ir aquela festa.
E me arrumei como se arruma uma "donzela"
Fui.
Que surpresa,
sentada em quatro naquela mesa,
estava ela cada vez mais bela!
Quando me viu levantou-se sem embaraço
enlaçou me nos braços...
!Oi querido, vim porque me disseram
que você estaria aqui... que bom que vocês vieram.
Respondi a meio sorriso,
aquilo que me veio preciso,
foi o mesmo que me disseram
por isso viemos,
eu e meus amigos...
fomos dançar e nunca mais falamos nisto.
sábado, 17 de maio de 2014
Aquela vida
é simplesmente um diamante,
de amor de amante,
que igual nunca existiu antes.
aquela vida
é simplesmente um sol radiante,
que surgiu no céu,
que igual nunca tinha brilhado antes.
e de tudo isto diante,
ainda há quem espere,
ver rasgada minhas quimeras...
sem prestar atenção
no rio de diamante que que despenca da serra...
sou obrigada a agradecer
que so enxerguem minhas quireras...
de amor de amante,
que igual nunca existiu antes.
aquela vida
é simplesmente um sol radiante,
que surgiu no céu,
que igual nunca tinha brilhado antes.
e de tudo isto diante,
ainda há quem espere,
ver rasgada minhas quimeras...
sem prestar atenção
no rio de diamante que que despenca da serra...
sou obrigada a agradecer
que so enxerguem minhas quireras...
sedução
Sonhei com filhotes
eram tantos
me deram o bote.
me convenceram
venceram
me vi vencida
pela sedução da vida.
Me chamaram
como chamam os filhos,
com voz aguda e estribilhos.
respondi...
mammmm
irei... de volta à lida.
tem...
tem uma pedra no caminho:
Não é poética
é a pedra do moinho.
que saudade da infância
do juá e do espinho
que ficava no caminho
da tal pedra do moinho.
Não é poética
é a pedra do moinho.
que saudade da infância
do juá e do espinho
que ficava no caminho
da tal pedra do moinho.
atentos
Os olhos oram.
quando olham
quando molham
quando choram.
Os olhos indagam
quando dragam o dragão!
Os olhos rezam
os olhos benzem
Os olhos lambem o chão.
os olhos perdoam
nos olhos ecoa canção.
Os olhos brincam
os olhos brindam
os olhos velam o coração.
quando olham
quando molham
quando choram.
Os olhos indagam
quando dragam o dragão!
Os olhos rezam
os olhos benzem
Os olhos lambem o chão.
os olhos perdoam
nos olhos ecoa canção.
Os olhos brincam
os olhos brindam
os olhos velam o coração.
Ah se eu soubesse escrever...
Se eu pudesse escrever,
escreveria com o gênio russo:
aquilo que tenho no peito
que agita meu pulso.
gotejava a alma, a minha,
talvez a russa
a mesma que pulsa...
aqui ou a na rainha.
Se eu pudesse escolher,
escreveria como os lago mares, os médios...
traduziria dos gregos,
a palavra como remédio...
se eu quisesse realmente escrever...
tudo que tenho de marasmo...
escreveria
Mas não posso usar tal arma,
escrever não me acalma,
nem tão pouco me revela alma.
Então decidi trocar
os "dilhos..."
lustrar os ladrilhos...
enquanto a vida apita quase aflita
e desliza nos trilhos...
e eu também me vou...saudades...!!!!
num voo com toda calma do mundo
gastar todos os seus segundos...
com a minha efemeridade.
escreveria com o gênio russo:
aquilo que tenho no peito
que agita meu pulso.
gotejava a alma, a minha,
talvez a russa
a mesma que pulsa...
aqui ou a na rainha.
Se eu pudesse escolher,
escreveria como os lago mares, os médios...
traduziria dos gregos,
a palavra como remédio...
se eu quisesse realmente escrever...
tudo que tenho de marasmo...
escreveria
Dostoiévski... escreveria
ErasmosMas não posso usar tal arma,
escrever não me acalma,
nem tão pouco me revela alma.
Então decidi trocar
os "dilhos..."
lustrar os ladrilhos...
enquanto a vida apita quase aflita
e desliza nos trilhos...
e eu também me vou...saudades...!!!!
num voo com toda calma do mundo
gastar todos os seus segundos...
com a minha efemeridade.
Comunicado
O telefone descabelado
prende os cabelos.
faço lhe trança... é meu zelo.
Meu computador se penteia
de esperança.
a casa, suas paredes
redes se confabulam.
Se balançam.
na rua outras transações...
que não se alcança.
Sombras e assombrações pelas sombras.
espelhos... por toda parte. Arte
que parte em partes as diferentes partes...
Que surpresa
o destino da peleja!
e nada está perdido.
prende os cabelos.
faço lhe trança... é meu zelo.
Meu computador se penteia
de esperança.
a casa, suas paredes
redes se confabulam.
Se balançam.
na rua outras transações...
que não se alcança.
Sombras e assombrações pelas sombras.
espelhos... por toda parte. Arte
que parte em partes as diferentes partes...
Que surpresa
o destino da peleja!
e nada está perdido.
Proposta
Aceite.
nem precisa azeite.
Se a vaca é brava,
sirvo-lhe milho verde...
ela me serve o leite.
De qualquer modo
todos tem defesa...
uns porque a alma está
solta, outros porque a alma está presa.
nem precisa azeite.
Se a vaca é brava,
sirvo-lhe milho verde...
ela me serve o leite.
De qualquer modo
todos tem defesa...
uns porque a alma está
solta, outros porque a alma está presa.
a missão
Que fosse pequena, menor impossível.
Mas que fosse possivel.
Que fosse grande,
maior, impossível
mas que fosse possível,
Que viesse por um vão
que menor impossível,
mas que fosse visível.
Mas não era. De tudo o inimaginável
o menor do trabalho,
o mais invisivel, imprevisível...
o mais secreto, discreto, impossível.
Mas que missão... sem compensação,
que trabalho sem salário!
Que profunda e real ilusão...
Sem patrão,
em enfim. Sem chefe. Sem horario...
a missão passo a passo
o itinerário o passo
de toda a vitória e todo fracasso...
Mas que bela missão!
Encontrou este heroi!
Foi árdua a procura, foi dificil a jura...
foi grande o vazio...
mas o missionário nunca fica a ver navios.
Mas que fosse possivel.
Que fosse grande,
maior, impossível
mas que fosse possível,
Que viesse por um vão
que menor impossível,
mas que fosse visível.
Mas não era. De tudo o inimaginável
o menor do trabalho,
o mais invisivel, imprevisível...
o mais secreto, discreto, impossível.
Mas que missão... sem compensação,
que trabalho sem salário!
Que profunda e real ilusão...
Sem patrão,
em enfim. Sem chefe. Sem horario...
a missão passo a passo
o itinerário o passo
de toda a vitória e todo fracasso...
Mas que bela missão!
Encontrou este heroi!
Foi árdua a procura, foi dificil a jura...
foi grande o vazio...
mas o missionário nunca fica a ver navios.
sexta-feira, 16 de maio de 2014
inverno
Oh folhas... desprendei vos de vossas árvores
vos é ordenado sacrifício sério
nada há que as salve
do poder do inverno...
Vinde depois
na próxima primavera...
que o sol, a chuva
as aves vos esperam.
vos é ordenado sacrifício sério
nada há que as salve
do poder do inverno...
Vinde depois
na próxima primavera...
que o sol, a chuva
as aves vos esperam.
quarta-feira, 30 de abril de 2014
DIALEPÍLOGO
Moço, preciso me confessar...
puxa a cadeira, senta, tira o chapeu
e começa a falar
... meus crimes e meus pecados são...
"Espere aí... estes crimes não são seus.
Não pode confessá-los.
Tem outros autores, bem melhores que você...
quanto aos pecados
você segue para o céu e se confessa com Deus."
quarta-feira, 16 de abril de 2014
A flor
A flor do Pântano
se abriu em pétalas ao sol
se deu conta da vida.
Se deu conta do pântano.
Era lodo seu criador
sua cascata de pranto
a razão da sua dor.
se abriu em pétalas ao sol
se deu conta da vida.
Se deu conta do pântano.
Era lodo seu criador
sua cascata de pranto
a razão da sua dor.
segunda-feira, 14 de abril de 2014
Encardido
Leve e doe meu coração.
Ainda não. Não agora.
Ele está manchado de amora
dentro e fora.
Leve, lave e doe meu coração
para as árvores do parque
ou e para outro nicho:
a floresta dos bichos...
que lhe devore as bondosas vacas,
que a vermelha pasta, paste!
Que me baste não a vaidade da flor
mas a segredo do enlace da semente.
leve e lave e o doe ao chão
pode ser para o rio lago mar
das entranhas do coração,
que chove em qualquer olhar...
lágrimas lave e leve meu coração,
manchado de amora... mas não ainda,
não agora.
Ainda não. Não agora.
Ele está manchado de amora
dentro e fora.
Leve, lave e doe meu coração
para as árvores do parque
ou e para outro nicho:
a floresta dos bichos...
que lhe devore as bondosas vacas,
que a vermelha pasta, paste!
Que me baste não a vaidade da flor
mas a segredo do enlace da semente.
leve e lave e o doe ao chão
pode ser para o rio lago mar
das entranhas do coração,
que chove em qualquer olhar...
lágrimas lave e leve meu coração,
manchado de amora... mas não ainda,
não agora.
sábado, 12 de abril de 2014
com todo cuidado
De preferência
pelas hipotenusas
contra a precisão dos catetos
e a adrenalina das curvas.
se não se escolhe o caminho,
se conforma o passo
porque se pisa nas rosas...
se fere nos espinhos.
pelas hipotenusas
contra a precisão dos catetos
e a adrenalina das curvas.
se não se escolhe o caminho,
se conforma o passo
porque se pisa nas rosas...
se fere nos espinhos.
segunda-feira, 7 de abril de 2014
presença
Mãe boa é a minha:
não importa se o mundo acabe ou não
ela está sempre na sua pose de rainha.
Uma mão na agulha, outra na linha
se alguma coisa dá errado
ela costura a moinha!
Assim seu mundo prossegue:
deixando rastro de amor para atrás
e ainda que haja guerra,
sua vida sempre em paz.
Mãe boa todos tem:
aquela com a qual se faz a lida
basta gastar um vintém do infinito bem
do dom da vida.
Mãe boa todos tem:
está na alma, no coração de cada um
eternamente sempre viva.
não importa se o mundo acabe ou não
ela está sempre na sua pose de rainha.
Uma mão na agulha, outra na linha
se alguma coisa dá errado
ela costura a moinha!
Assim seu mundo prossegue:
deixando rastro de amor para atrás
e ainda que haja guerra,
sua vida sempre em paz.
Mãe boa todos tem:
aquela com a qual se faz a lida
basta gastar um vintém do infinito bem
do dom da vida.
Mãe boa todos tem:
está na alma, no coração de cada um
eternamente sempre viva.
domingo, 6 de abril de 2014
O teatro
Depois de muito amarelar
O verso interroga o velho papel...
por que me criou assim ruim
quando poderia ter me criado belo...
O papel em silêncio: Penso...
Seria eu louco a tanto
do que me recordo sempre
eu nasci um papel em branco!
Mas a filosofia não se evita
é preciso dar resposta as perguntas da vida
não fui eu quem te criou
foi uma caneta indevida.
Qual caneta, nem acredito
se há tantas abandonadas na vida
como achar minha caneta criadora
no meio de tantas iguais exibidas...
Pois sabe tudo este sábio papel
O criador deixou uma pista,
com todas suas características,
no amarelo rodapé...
Finalmente a caneta é apanhada,
por que me criou esdrúxulo
contado mal contado
numa estória inacabada...
não sei, era eu uma caneta lesada
cheia de tinta pronta para explodir
não me recordo de ter pensado nada,
antes de você surgir...
Algo me vem no tubo
que não sou eu a culpada,
tem sempre uma mão atrás da história
que também não sabe nada.
E buscada a mão,
por que me criou assim
a mão volver no ar
não sei estava em mim.
Ninguém se conforma
com modo nem a forma,
mas o poema a vida
ninguém quer que vá embora.
O verso interroga o velho papel...
por que me criou assim ruim
quando poderia ter me criado belo...
O papel em silêncio: Penso...
Seria eu louco a tanto
do que me recordo sempre
eu nasci um papel em branco!
Mas a filosofia não se evita
é preciso dar resposta as perguntas da vida
não fui eu quem te criou
foi uma caneta indevida.
Qual caneta, nem acredito
se há tantas abandonadas na vida
como achar minha caneta criadora
no meio de tantas iguais exibidas...
Pois sabe tudo este sábio papel
O criador deixou uma pista,
com todas suas características,
no amarelo rodapé...
Finalmente a caneta é apanhada,
por que me criou esdrúxulo
contado mal contado
numa estória inacabada...
não sei, era eu uma caneta lesada
cheia de tinta pronta para explodir
não me recordo de ter pensado nada,
antes de você surgir...
Algo me vem no tubo
que não sou eu a culpada,
tem sempre uma mão atrás da história
que também não sabe nada.
E buscada a mão,
por que me criou assim
a mão volver no ar
não sei estava em mim.
Ninguém se conforma
com modo nem a forma,
mas o poema a vida
ninguém quer que vá embora.
Eu sei...
O mar é grande,
os peixes são brabos
O navio é lento
Imprevisível o vento
Eu não sei nadar.
A ilha é selvagem.
Por que pressa de desembarcar...
Dê-me um guarda sol
um protetor solar,
uma água mineral
vou me bronzear...
deixa o navio dar voltas no mar.
os peixes são brabos
O navio é lento
Imprevisível o vento
Eu não sei nadar.
A ilha é selvagem.
Por que pressa de desembarcar...
Dê-me um guarda sol
um protetor solar,
uma água mineral
vou me bronzear...
deixa o navio dar voltas no mar.
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