Para tornar-se poeta,
aos olhos do mundo,
versar versos sombreiros...
e profundos.
Descrever o matagal a capoeira,
a ribanceira, a buracada, a pedreira,
os cipós embaraçados...
para tornar-se poeta,
ser faceiro, conquistador, falar de amor,
com certa sobriedade e zelo,
gozar das dores,
ter no coração um arqueiro,
que atira flechas certeiras
nas desamadas almas alheias.
Para tornar-se poeta, grande, grandioso
cheio de glórias,
não ouça o coração que chora,
fique só, deixe a vida ir embora,
para ver se a poesia volta e fica, mora!
Para tornar-se poeta
perca a guerra, não por vontade própria,
mas por incapacidade de lutar com seu próximo,
deite as armas, por rendição,
desarmado beija o chão...
entregue o coração,
a terra mãe,... com as próprias mãos.
esqueça a estrelas...
até mesmo vê-las, ou crê-las
pode fazer sonhar.
Para ser poeta não importa o tamanho do verso,
se cabe numa linha,
numa folha, num livro, numa biblioteca...
quem quiser se tornar um poeta,
é preciso ir direto ao coração.
astrologia e tarot
Astrologiaetarot Apresentação dos personagens roteiro para cinema um filme de amor... contos, poemas, videos, fotos.
You are welcome
O natal e ano novo que se inicia... O Nosso Deus continue a nos abençoar com a amizade, o carinho e
a alegria de nossos amigos, perto ou longe. Desejo a todos feliz natal e próspero ano novo.
The Christmas and New year that begins... Our God still blessed us with friendship, love and joy of our friends, near and far. I wish you all Merry Christmas and prosperous new year....
Agradeço o carinho da sua visita... já visitaram este blog Brasil, Estados Unidos, Israel, França, Portugal, Antilhas Holandesas, Alemanha, Georgia, Coreia do Sul, Canadá, Malásia...Moldavia, India, Rússia, China, Turquia, Reino Unido, Ucrânia, Hong Kong, Itália, Austrália, Arabia Saudita, Argelia, Jersey, Peru, México, Slovenia, Ucrania, Macau , Emirados Árabes unidos, Egito,Argentina, Líbia, Romenia, Holanda, Marrocos, Japão, Angola, Indonésia, Senegal, Cabo Verde, Letonia, Kwait, Brunei, Vietnan e Venezuela Welcome and I am glad... back again!...
a alegria de nossos amigos, perto ou longe. Desejo a todos feliz natal e próspero ano novo.
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e convido você que ainda não o visitou a visita-lo também.
terça-feira, 20 de março de 2012
a vida... asa de borboleta.
A mágica.
O mestre talhou,
sem um único fio de existência,
sem comprobação de qualquer ciência,
sem olhar de admiração ou complascência.
Largou impúbere sobre um solo adverso,
a sorte do ser. A vida tão bela,
no prazer, tão repudiava na desordem,
tão facil de consertar nas obras de arte,
nas letras dos cultistas e ocultistas...
da filosofia e da gramática
tão perfeita em sua matemática.
Tão castigada e punida pelos mestres
da sabedoria, dos livros escritos, dos martelos malditos...
a vida, tão esfarrapada e mendiga,
tão cheia de glorias e mandingas...
de loucas e eternas fadigas..
com seus pilares e vigas,
em suas paredes ambulantes escritas
inscrições de um parentesco brutal
e um comprometimento fatal,
com tudo que por aqui se vê
com tudof que por aqui se vive.
Se há vida melhor, pode se almejar,
planejar, esbravejar, atacar com armas armadas,
com armadas armas...
Pode se cobiçar um paraiso,
de uma precisa invenção, talhado nos livros ou nas pedras,
lavrados a mão, ou a máquinas...
pode se tudo..
só nada se pode contra a dinâmica do planeta:
é onde o ser descrito
se enclausura em casulo
e põe toda sua suposta grandeza,
numa simples, frágil,
asa de borboleta!
O mestre talhou,
sem um único fio de existência,
sem comprobação de qualquer ciência,
sem olhar de admiração ou complascência.
Largou impúbere sobre um solo adverso,
a sorte do ser. A vida tão bela,
no prazer, tão repudiava na desordem,
tão facil de consertar nas obras de arte,
nas letras dos cultistas e ocultistas...
da filosofia e da gramática
tão perfeita em sua matemática.
Tão castigada e punida pelos mestres
da sabedoria, dos livros escritos, dos martelos malditos...
a vida, tão esfarrapada e mendiga,
tão cheia de glorias e mandingas...
de loucas e eternas fadigas..
com seus pilares e vigas,
em suas paredes ambulantes escritas
inscrições de um parentesco brutal
e um comprometimento fatal,
com tudo que por aqui se vê
com tudof que por aqui se vive.
Se há vida melhor, pode se almejar,
planejar, esbravejar, atacar com armas armadas,
com armadas armas...
Pode se cobiçar um paraiso,
de uma precisa invenção, talhado nos livros ou nas pedras,
lavrados a mão, ou a máquinas...
pode se tudo..
só nada se pode contra a dinâmica do planeta:
é onde o ser descrito
se enclausura em casulo
e põe toda sua suposta grandeza,
numa simples, frágil,
asa de borboleta!
segunda-feira, 19 de março de 2012
lembro-me
ao mar todos os passos são santos.
todo caminho reto, todo canto,
toda bruma todo manto.
Ao mar todo ser que sonha,
encontra vestigios de seus dias,
escritos na areia...
ao mar a melodia se curva,
o olhar turva,
como se fosse sonho,
e sonho o é.
a sua lembrança
na minha mente de mulher.
todo caminho reto, todo canto,
toda bruma todo manto.
Ao mar todo ser que sonha,
encontra vestigios de seus dias,
escritos na areia...
ao mar a melodia se curva,
o olhar turva,
como se fosse sonho,
e sonho o é.
a sua lembrança
na minha mente de mulher.
sábado, 17 de março de 2012
Rosas
Uma coisa fica claro:
Certos livros são como rosário.
Não basta ler uma página,
nem um comentário,
Tem que se ler todas,
folha por folha,
contas por contas,
e repetir muitas vezes,
o inteiro terço itinerante.
Assim é Erasmus de Roterdam,
um eterno rosário
para todos os viajantes.
Certos livros são como rosário.
Não basta ler uma página,
nem um comentário,
Tem que se ler todas,
folha por folha,
contas por contas,
e repetir muitas vezes,
o inteiro terço itinerante.
Assim é Erasmus de Roterdam,
um eterno rosário
para todos os viajantes.
quinta-feira, 15 de março de 2012
A loucura de uma arte.
Sempre admirei os grandes escritores,
aqueles que escrevem 500 paginas,
numeradas, encabeçadas, paragrafadas,
ordenadas, capituladas, e ainda
criam um milhão e meio de personagens,
e para cada um criam um história
e no final juntam tudo numa única gloria. Adoro.
Nunca consegui imaginar tanto trabalho,
mas pode ser fácil, assim nascem
todas as folhas nos galhos...
Embaralho e nada. Estou sempre desconectada.
No final pensei me tornar autora:
de uma obra de arte, não esperava a tortura
de toda parte... tortura de torta...
Criei a ASA...para agir e não asir...
agentes secretos anônimos.
me bandeio com eles em todas as partes,
nunca nos encontramos
numa obra de arte.
Vou descria-los, mas não sei onde encontra-los.
Meus agentes secretos anônimos
deixam x no lugar dos nomes...
se um faz, outro desfaz,
são antônimos.
também não podem ser homônimos.
a autora.
aqueles que escrevem 500 paginas,
numeradas, encabeçadas, paragrafadas,
ordenadas, capituladas, e ainda
criam um milhão e meio de personagens,
e para cada um criam um história
e no final juntam tudo numa única gloria. Adoro.
Nunca consegui imaginar tanto trabalho,
mas pode ser fácil, assim nascem
todas as folhas nos galhos...
Embaralho e nada. Estou sempre desconectada.
No final pensei me tornar autora:
de uma obra de arte, não esperava a tortura
de toda parte... tortura de torta...
Criei a ASA...para agir e não asir...
agentes secretos anônimos.
me bandeio com eles em todas as partes,
nunca nos encontramos
numa obra de arte.
Vou descria-los, mas não sei onde encontra-los.
Meus agentes secretos anônimos
deixam x no lugar dos nomes...
se um faz, outro desfaz,
são antônimos.
também não podem ser homônimos.
a autora.
A cidade
A cidade surge concreta
filha do amor do barro ao forno
e do pó da pedra.
A cidade tem o toque
do verde da selva
cheiro de ouro amarela.
Brilha ao sol
a sul real aquarela.
filha do amor do barro ao forno
e do pó da pedra.
A cidade tem o toque
do verde da selva
cheiro de ouro amarela.
Brilha ao sol
a sul real aquarela.
terça-feira, 13 de março de 2012
O Ser
Sendo assim
temporão e temporário.
nascido de um jardim
e de um serpentuário.
Tem alma duvidosa,
entre o espinho e a rosa,
a lua e o sol,
segue ele, feito girassol.
É o homem.
a vida lhe aparece e some,
chama-se sua matéria,
carne, osso e artéria de soma.
e a ela se soma,
uma verdadeira soma, de outras
ofegantes somas.
Deus e o Diabo,
na disputa de sua carne,
no mal a promessa do sofrimento e inferno
no bem, da eternidade do espirito eterno.
Nele, em nós, em cada um
uma certeza incerta,
um milhão de coisas incorretas,
que levam e trazem
a lugar algum.
O bem é simplesmente
o presente, já concedido.
o futuro e o passado
são naves pretendidas.
Deixa a vida me consumir,
com suas imensas dobras de pele,
abraçar o meu sumiço,
como se fosse possivel,
sumir e consumir
o que existe nela.
Viver é por ora
um exercicio eterno.
e mesmo que pare as horas,
não para o tempo nelas!
temporão e temporário.
nascido de um jardim
e de um serpentuário.
Tem alma duvidosa,
entre o espinho e a rosa,
a lua e o sol,
segue ele, feito girassol.
É o homem.
a vida lhe aparece e some,
chama-se sua matéria,
carne, osso e artéria de soma.
e a ela se soma,
uma verdadeira soma, de outras
ofegantes somas.
Deus e o Diabo,
na disputa de sua carne,
no mal a promessa do sofrimento e inferno
no bem, da eternidade do espirito eterno.
Nele, em nós, em cada um
uma certeza incerta,
um milhão de coisas incorretas,
que levam e trazem
a lugar algum.
O bem é simplesmente
o presente, já concedido.
o futuro e o passado
são naves pretendidas.
Deixa a vida me consumir,
com suas imensas dobras de pele,
abraçar o meu sumiço,
como se fosse possivel,
sumir e consumir
o que existe nela.
Viver é por ora
um exercicio eterno.
e mesmo que pare as horas,
não para o tempo nelas!
ora
Se trabalho até a exaustão
vou dormir num bom colchão
(não é caixão)
tenho bons sonhos,
da vida uma boa visão.
Se não trabalho
a consciência pesa,
embora a prece seja breve
o coro seja leve,
não há reza que se atreve
acalmar meu coração.
E se fosse um bom trabalho
de frutos pendentes nos galhos...
de visivel riqueza,
talvez fizesse sentido...
mas não é,
se não um arremeço
do meu grande apreço
das pequenas coisas da vida.
vou dormir num bom colchão
(não é caixão)
tenho bons sonhos,
da vida uma boa visão.
Se não trabalho
a consciência pesa,
embora a prece seja breve
o coro seja leve,
não há reza que se atreve
acalmar meu coração.
E se fosse um bom trabalho
de frutos pendentes nos galhos...
de visivel riqueza,
talvez fizesse sentido...
mas não é,
se não um arremeço
do meu grande apreço
das pequenas coisas da vida.
segunda-feira, 12 de março de 2012
Privacidade
Privo-me da cidade,
das ruas estreitas e sem saida.
Para o sol e a lua...
na eternidade...
Corredor de luzes falsas, pálidas e noturnas,
sonambulas criaturas pelo universo,
que não tem rima, nem sina,
de verso, de inverso, de reverso,
a vejo sumir escondida,
sua vaidade nua... sua vaidade lua
enlaçada, aos abraços
com arranha céus...
lua ao leo pelo céu,
sem veu perdida.
Privo-me da janela
e das estrelas, satélites invejosos
nos olham! O que procuram? Vê-las...?
além dos olhos...!
A casa - sem asa e sem parreira
quer fugir para o meio da floresta...
onde a bica da água molha o jardim..
.e o beijo não tem pressa
e nem fim....
Mas o que me resta...
para alguns a festa, para outras a réstia...
é te querer bem...
voas sobre a imensidão deste céu sem dono
e pousa na janela, olhar a sala,
no abandono.
do dono dela.
das ruas estreitas e sem saida.
Para o sol e a lua...
na eternidade...
Corredor de luzes falsas, pálidas e noturnas,
sonambulas criaturas pelo universo,
que não tem rima, nem sina,
de verso, de inverso, de reverso,
a vejo sumir escondida,
sua vaidade nua... sua vaidade lua
enlaçada, aos abraços
com arranha céus...
lua ao leo pelo céu,
sem veu perdida.
Privo-me da janela
e das estrelas, satélites invejosos
nos olham! O que procuram? Vê-las...?
além dos olhos...!
A casa - sem asa e sem parreira
quer fugir para o meio da floresta...
onde a bica da água molha o jardim..
.e o beijo não tem pressa
e nem fim....
Mas o que me resta...
para alguns a festa, para outras a réstia...
é te querer bem...
voas sobre a imensidão deste céu sem dono
e pousa na janela, olhar a sala,
no abandono.
do dono dela.
quarta-feira, 7 de março de 2012
Dom Pedro II - um português de coração brasileiro
Dom Pedro II percorreu uma boa trilha dentro do Paraná imperial que
foi de Paranaguá até a cidade e região da Lapa, passando por Curitiba, Campo Largo, Ponta Grossa e assim por diante... O Paraná tem
o traçado geográfico, um traçado social e economico nascido da memória deste grande homem, muito
mais brasileiro que muitos brasileiros o são ainda hoje, com toda riqueza
e toda tecnologia... o Paraná é um celeiro concebido por este grande
politico brasileiro que chamo... de Pedro, o Português.
Assim fica aqui registrado e sugerido a recriação turistíca do caminho
histórico percorrido por Dom Pedro II e sua comitiva... bem como o que
resta de sua história, restaurada e preservada. O Paraná tem esta dívida
de honra para com todos os Paranaenses, os brasileiros e o mundo.
Pensar que Dom Pedro II cruzou a serra do mar, e os vales de vila velha, l880, aproximadamente, além de Imperador, era bravo e forte...
foi de Paranaguá até a cidade e região da Lapa, passando por Curitiba, Campo Largo, Ponta Grossa e assim por diante... O Paraná tem
o traçado geográfico, um traçado social e economico nascido da memória deste grande homem, muito
mais brasileiro que muitos brasileiros o são ainda hoje, com toda riqueza
e toda tecnologia... o Paraná é um celeiro concebido por este grande
politico brasileiro que chamo... de Pedro, o Português.
Assim fica aqui registrado e sugerido a recriação turistíca do caminho
histórico percorrido por Dom Pedro II e sua comitiva... bem como o que
resta de sua história, restaurada e preservada. O Paraná tem esta dívida
de honra para com todos os Paranaenses, os brasileiros e o mundo.
Pensar que Dom Pedro II cruzou a serra do mar, e os vales de vila velha, l880, aproximadamente, além de Imperador, era bravo e forte...
sexta-feira, 2 de março de 2012
quinta-feira, 1 de março de 2012
seus beijos
são feitos da chuva,
com cetim da pele das nuvens...
se não bastante a beleza,
são de açucareza,
na lingua de quem os beija.
na lingua de quem os suga.
com cetim da pele das nuvens...
se não bastante a beleza,
são de açucareza,
na lingua de quem os beija.
na lingua de quem os suga.
segunda-feira, 27 de fevereiro de 2012
meio flor bela
Um lado meio mudez
outro meio flor bela,
de tamanha timidez,
a dor se esconde nela.
o coração reage,
forja felicidade
bate feito beija flor
vazia a rua da cidade.
levaram seu jardim,
a dourada flor do bronze
deixaram nela e mim,
redemoinho de saudade.
e a mudez de uma flor ex
bela, típica de uma flor desfolhada,
vai dançando ao vento, com a chuva,
alegremente pela estrada.
vai encontrando o abrigo,
com tudo aquilo que leva a enxurrada.
outro meio flor bela,
de tamanha timidez,
a dor se esconde nela.
o coração reage,
forja felicidade
bate feito beija flor
vazia a rua da cidade.
levaram seu jardim,
a dourada flor do bronze
deixaram nela e mim,
redemoinho de saudade.
e a mudez de uma flor ex
bela, típica de uma flor desfolhada,
vai dançando ao vento, com a chuva,
alegremente pela estrada.
vai encontrando o abrigo,
com tudo aquilo que leva a enxurrada.
O politico e a internet
O politico e a internet
de manhã
desconfiado da mão
olhou no espelho.
Faz tempo que a mão não alisava o cabelo.
Com o negócio da internet
ninguém mais quer ser feio.
por mais que o belo seja alheio
todo mundo vai para o espelho.
A mão amiga que se arrume
pode ser hora da briga, pode ser hora do lume,
agora tem internet...
sorte de quem tem bons costumes...
quem não tem vai aprender,
porque tudo agora está na tela,
se a tinta não for a boa
vai desbotar a aquarela.
Assim como
o cabelo de sansão,
o cabelo de dalila,
o cabelo de jesebel,
O cabelo de Vanderlea
O cabelo de Elvis,
de Einstein, de Lennon,
Jackson, de Chaplin...
de Sofia Loren, Lady Di,
O cabelo de Jesus,
de madalena, de Teresa de Calcutá
todos os cabelos
tem que se arrumar!
porque sua foto pode ficar!
de manhã
desconfiado da mão
olhou no espelho.
Faz tempo que a mão não alisava o cabelo.
Com o negócio da internet
ninguém mais quer ser feio.
por mais que o belo seja alheio
todo mundo vai para o espelho.
A mão amiga que se arrume
pode ser hora da briga, pode ser hora do lume,
agora tem internet...
sorte de quem tem bons costumes...
quem não tem vai aprender,
porque tudo agora está na tela,
se a tinta não for a boa
vai desbotar a aquarela.
Assim como
o cabelo de sansão,
o cabelo de dalila,
o cabelo de jesebel,
O cabelo de Vanderlea
O cabelo de Elvis,
de Einstein, de Lennon,
Jackson, de Chaplin...
de Sofia Loren, Lady Di,
O cabelo de Jesus,
de madalena, de Teresa de Calcutá
todos os cabelos
tem que se arrumar!
porque sua foto pode ficar!
sexta-feira, 24 de fevereiro de 2012
Juramento
Juras mentir se preciso for,
em tribuna popular ou oficial
que teu culpado é inocente...
Por que se o defendes...
terá que faze-lo por uma crença
tal qual verdade em mente.
- Não é isto que jurei no meu passado,
sob o chicote da cassação do papel mandato...
jurei dizer a verdade, nada menos, nada mais que a verdade -
Se queres defender alguém
o faça com suprema boa vontade.
Deus, na sua infinita sabedoria,
Criou o Diabo e o inferno para ombrar o mal do mundo,
deixando mais ou menos livres
os homens mais rasos, os homens mais fundos...
ostenta o mal da carne,
o fruto da árvore que ninguém sabe
de onde veio a semente
mas Deus, o grande Esteio...
na sua unipotente presença...
igualou-o aos bichos,
no sangue, na dor e nas veias...
e se não bastasse isso
o desfaz assim como o desfez
agora e em muitas outras vezes...
de qualquer mal
que o rodeie, que o serpenteie!
Se queres defender alguém,
sorria e saiba
que o mal é um teia
que talvez nos julgados, condenados e executados
não caiba!
Talvez haja muitos e muitos mais culpados
e muitos tantos inocentes.
em tribuna popular ou oficial
que teu culpado é inocente...
Por que se o defendes...
terá que faze-lo por uma crença
tal qual verdade em mente.
- Não é isto que jurei no meu passado,
sob o chicote da cassação do papel mandato...
jurei dizer a verdade, nada menos, nada mais que a verdade -
Se queres defender alguém
o faça com suprema boa vontade.
Deus, na sua infinita sabedoria,
Criou o Diabo e o inferno para ombrar o mal do mundo,
deixando mais ou menos livres
os homens mais rasos, os homens mais fundos...
ostenta o mal da carne,
o fruto da árvore que ninguém sabe
de onde veio a semente
mas Deus, o grande Esteio...
na sua unipotente presença...
igualou-o aos bichos,
no sangue, na dor e nas veias...
e se não bastasse isso
o desfaz assim como o desfez
agora e em muitas outras vezes...
de qualquer mal
que o rodeie, que o serpenteie!
Se queres defender alguém,
sorria e saiba
que o mal é um teia
que talvez nos julgados, condenados e executados
não caiba!
Talvez haja muitos e muitos mais culpados
e muitos tantos inocentes.
quarta-feira, 22 de fevereiro de 2012
Consequência
Quase nada é ciência
a literatura é feita
de quem a atura.
se está na mente
está na existência.
Lá no começo, bem no comecinho
literava sobre lagos e tesouros,
de amantes e panelas de ouro.
Tesouros
panelas de ouro,
cinturão de sansão,
todo feito em couro de leão,
capturado a mão...
de tudo isto vem a consequência
de literar não se fica rico.
ler que é bom, nem sei,
uma vez escrito, pode virar lei.
nem tudo ou nada fica.
Vem os caçadores da arca perdida,
ali babá e os samurais.
onde está o tesouro
a nossa grande aventura recomeça de novo.
Sonhamos e o sonho é muitissimo justo:
todos sonhasm
todos sonham juntos.
se eu soubesse onde está o tesouro,
estava comigo.
Pego tudo, até o besouro de ouro.
o arco íris...
a arca perdida
o navil afundado cheio de lata do egito...
e eu brigava até com o caolho do pirata....
por causa disto.
E a tal terra prometida,
infinita e generosa em suas dádivas...
sem suor e sem lágrimas...
seria minha fazenda,
com rios forrados de diamante,
e areias brilhantes
e indios e indias pelados por toda parte,
para enfeitar a natureza
e lembrar que o corpo nú
pode não ser o templo do pecado...
quero reconstruir a arte de brincar,
meu tempo de criança passou rápido demais,
se quer brincar comigo,
entre na roda,
tem lugar para todos.
a literatura é feita
de quem a atura.
se está na mente
está na existência.
Lá no começo, bem no comecinho
literava sobre lagos e tesouros,
de amantes e panelas de ouro.
Tesouros
panelas de ouro,
cinturão de sansão,
todo feito em couro de leão,
capturado a mão...
de tudo isto vem a consequência
de literar não se fica rico.
ler que é bom, nem sei,
uma vez escrito, pode virar lei.
nem tudo ou nada fica.
Vem os caçadores da arca perdida,
ali babá e os samurais.
onde está o tesouro
a nossa grande aventura recomeça de novo.
Sonhamos e o sonho é muitissimo justo:
todos sonhasm
todos sonham juntos.
se eu soubesse onde está o tesouro,
estava comigo.
Pego tudo, até o besouro de ouro.
o arco íris...
a arca perdida
o navil afundado cheio de lata do egito...
e eu brigava até com o caolho do pirata....
por causa disto.
E a tal terra prometida,
infinita e generosa em suas dádivas...
sem suor e sem lágrimas...
seria minha fazenda,
com rios forrados de diamante,
e areias brilhantes
e indios e indias pelados por toda parte,
para enfeitar a natureza
e lembrar que o corpo nú
pode não ser o templo do pecado...
quero reconstruir a arte de brincar,
meu tempo de criança passou rápido demais,
se quer brincar comigo,
entre na roda,
tem lugar para todos.
terça-feira, 21 de fevereiro de 2012
A história...
É ságrada.
Seu templo,
infinito tempo e asas.
A história, suas montanhas empilhadas de folhas,
mortas... vive, respira e sonha livres e livros...
portas e portas abertas...
aclives e declives,
de homens, desalmados e hmens poetas.
Entre tantos a biblia
uma história do homem, de homens,
psique ativa,
de vida e de sonhos...
Que revela mais que Deus, mais o que o ceu,
seus mandamentos, juramentos
revela a mente e o pensamento
do homem da época.
A história é sagrada é o templo
da quimera humana,
onde se molda, se pesa, se julga
o que se perde o que se ganha,
no transcorrer do tempo,
na vida dos homens...
no existir do tempo espaço,
a história abraça todas as peregrinações
todos os passos, verdadeiros ou falsos,
que damos, que empurramos, que
evitamanos, que negamos...
A história é o livro transparente
de todas as revelações
escrito por nós mesmos,
com nossas mais nobres verdades
e mentiras,
na soberania da existência.
Devoto-me a tua história,
porque sei que é tua vida.
Seu templo,
infinito tempo e asas.
A história, suas montanhas empilhadas de folhas,
mortas... vive, respira e sonha livres e livros...
portas e portas abertas...
aclives e declives,
de homens, desalmados e hmens poetas.
Entre tantos a biblia
uma história do homem, de homens,
psique ativa,
de vida e de sonhos...
Que revela mais que Deus, mais o que o ceu,
seus mandamentos, juramentos
revela a mente e o pensamento
do homem da época.
A história é sagrada é o templo
da quimera humana,
onde se molda, se pesa, se julga
o que se perde o que se ganha,
no transcorrer do tempo,
na vida dos homens...
no existir do tempo espaço,
a história abraça todas as peregrinações
todos os passos, verdadeiros ou falsos,
que damos, que empurramos, que
evitamanos, que negamos...
A história é o livro transparente
de todas as revelações
escrito por nós mesmos,
com nossas mais nobres verdades
e mentiras,
na soberania da existência.
Devoto-me a tua história,
porque sei que é tua vida.
Agradecimento
As crianças de Antonina Paraná
que transformaram a avenida Carlos Gomes
em uma das passarelas mais lindas do Brasil neste carnaval
agradecem muito especialmente
a tv Educativa do Estado do Paraná,
pela presença em seus eventos.
que transformaram a avenida Carlos Gomes
em uma das passarelas mais lindas do Brasil neste carnaval
agradecem muito especialmente
a tv Educativa do Estado do Paraná,
pela presença em seus eventos.
sexta-feira, 17 de fevereiro de 2012
Proposta
2012 começa com inesperada, irresistivel proposta....
como é facil e seguro ficar no berço,
da terra mãe da boa palavra,
que se entenda aos avessos. ..
trabalho árduo que aqui se lavra...
Porque toda terra é um berço
e toda vida é uma clava!
agora me acordo em acordo,
de um pássaro que fez asa de suas penas.
o primeiro voou talvez em cena.
no pomar das boas frutas
eva as conta as leva no cesto
a chama entretanto, as lutas,
que do paraiso a expulsa cedo.
andar o mundo como se fosse circo
bailarina da corda banda e dos aplausos...
a pedir dos olhos do povo o riso...
que os lavem as próprias lágrimas.
Eu vou pelo sertão do Brasil,
cantar olhares e risos,
enfeitar os dias da boa vontade
com crianças alegres e felizes.
como é facil e seguro ficar no berço,
da terra mãe da boa palavra,
que se entenda aos avessos. ..
trabalho árduo que aqui se lavra...
Porque toda terra é um berço
e toda vida é uma clava!
agora me acordo em acordo,
de um pássaro que fez asa de suas penas.
o primeiro voou talvez em cena.
no pomar das boas frutas
eva as conta as leva no cesto
a chama entretanto, as lutas,
que do paraiso a expulsa cedo.
andar o mundo como se fosse circo
bailarina da corda banda e dos aplausos...
a pedir dos olhos do povo o riso...
que os lavem as próprias lágrimas.
Eu vou pelo sertão do Brasil,
cantar olhares e risos,
enfeitar os dias da boa vontade
com crianças alegres e felizes.
quarta-feira, 15 de fevereiro de 2012
A inteligencia virtual
Ele tinha privilégio
de ser inteligente como pouca gente era...
mas só de pensar em operar uma máquina
plantadora de prédios pelos campos urbanos
sua mente se degenera...
E de fazer a máquina com uma concha
que levanta toneladas de pedras...
tudo nele se destempera.
Fazer uma televisão, um carro, um navio
uma bicicleta, um escambal qualquer
o feijão floresce, cresce , seca e nasce de novo,
ele ainda está pensando... pensando no ovo!
Sem um treco de nada,
sinceramente nem tinha estrada, só um carrero
o mesmo das vacas do vizinho do lado.
Precisava de dinheiro porque sonhos tinha muitos,
se pudesse juntar todos juntos...
tinha sonho para o mundo inteiro.
Pensando pensando tomou uma decisão
Ora cada cabeça deve ter seu pensamento,
já que todas tem cabelos.
Pegou um saco bem grande
e catou várias pedras grandes, médias,
e pequenas... todas iguais na aparencia e na essencia.
e saiu arrastando.
Como era um sujeito de mãos e bolsos vazios
era também motivo de gozação,
mas agora a gente estava curiosa
O que tem naquele saco
do cara que só tinha prosa!
O que tem ai... o que leva, o que encontrou...
Pedra, descansou o saco no chão.
Estava com a boca bem amarrada.
A dele também, amarrada de propósito.
Que tipo...indagou...
- preciosa!
Predras preciosas deste tamanho, estais louco!
apalpou o saco no chão, o curioso.
Deixe-me ver...
- NãO. Agora vou indo embora, estou com pressa,
não espalhe
que tenho este saco cheio de pedras preciosas...
Não quero repartir
Tem mais lá quem quisar que vá catar!
Dá aqui João Bobo quero ver seu saco...
lá dentro. Abra logo... se não eu rasgo com a faca.
Com má vontade João abriu o saco
Aquelas pedras cinzas, opacas, densas
daquelas que a gente não pisa mas tropeça!
e que formam montanhas e mais montanhas de pedras...
Que diabo é isto. Vã carregar todo este peso
achando que são preciosas...
Bobo sim, mas não seja louco, também!
O Curioso foi rolando as pedras fora do saco,
todas, tinha muitas... com certa piedade nos olhos,
e maldade explicita no riso
ela falava....
Quer esta riqueza para ti, João,
pegue a montanha inteira... não leve só as pedrinhas...
Olha lá a montanha é toda de pedra
iguaizinhas a estas...e toda sua.
Não, eu quero estas, são minhas pedras.
Irritado, João foi botando as pedras de novo no saco.
amarrou a boca e foi indo embora,
O curioso ria às gargalhadas...
João dava as costas
às pedradas...pesadas, comuns, iguais...
mas eram as suas escolhidas,
isto não é da conta de ninguém
pensou ele.
Seguiu seu caminho...
de ser inteligente como pouca gente era...
mas só de pensar em operar uma máquina
plantadora de prédios pelos campos urbanos
sua mente se degenera...
E de fazer a máquina com uma concha
que levanta toneladas de pedras...
tudo nele se destempera.
Fazer uma televisão, um carro, um navio
uma bicicleta, um escambal qualquer
o feijão floresce, cresce , seca e nasce de novo,
ele ainda está pensando... pensando no ovo!
Sem um treco de nada,
sinceramente nem tinha estrada, só um carrero
o mesmo das vacas do vizinho do lado.
Precisava de dinheiro porque sonhos tinha muitos,
se pudesse juntar todos juntos...
tinha sonho para o mundo inteiro.
Pensando pensando tomou uma decisão
Ora cada cabeça deve ter seu pensamento,
já que todas tem cabelos.
Pegou um saco bem grande
e catou várias pedras grandes, médias,
e pequenas... todas iguais na aparencia e na essencia.
e saiu arrastando.
Como era um sujeito de mãos e bolsos vazios
era também motivo de gozação,
mas agora a gente estava curiosa
O que tem naquele saco
do cara que só tinha prosa!
O que tem ai... o que leva, o que encontrou...
Pedra, descansou o saco no chão.
Estava com a boca bem amarrada.
A dele também, amarrada de propósito.
Que tipo...indagou...
- preciosa!
Predras preciosas deste tamanho, estais louco!
apalpou o saco no chão, o curioso.
Deixe-me ver...
- NãO. Agora vou indo embora, estou com pressa,
não espalhe
que tenho este saco cheio de pedras preciosas...
Não quero repartir
Tem mais lá quem quisar que vá catar!
Dá aqui João Bobo quero ver seu saco...
lá dentro. Abra logo... se não eu rasgo com a faca.
Com má vontade João abriu o saco
Aquelas pedras cinzas, opacas, densas
daquelas que a gente não pisa mas tropeça!
e que formam montanhas e mais montanhas de pedras...
Que diabo é isto. Vã carregar todo este peso
achando que são preciosas...
Bobo sim, mas não seja louco, também!
O Curioso foi rolando as pedras fora do saco,
todas, tinha muitas... com certa piedade nos olhos,
e maldade explicita no riso
ela falava....
Quer esta riqueza para ti, João,
pegue a montanha inteira... não leve só as pedrinhas...
Olha lá a montanha é toda de pedra
iguaizinhas a estas...e toda sua.
Não, eu quero estas, são minhas pedras.
Irritado, João foi botando as pedras de novo no saco.
amarrou a boca e foi indo embora,
O curioso ria às gargalhadas...
João dava as costas
às pedradas...pesadas, comuns, iguais...
mas eram as suas escolhidas,
isto não é da conta de ninguém
pensou ele.
Seguiu seu caminho...
Somos uma indagação
Viver é amar
e cada amor, parece sempre ser o primeiro,
tão cheio de mistério e de ilusão.
Viver é novidade,
por mais que se vive ninguém sabe o dia de amanhã.
A infinita terra, mãe desta ilha,
com seus Deuses imortais nos apartou por tempo finito
ou por nunca mais...
Segredou os ancestrais
habitantes das estrelas...
indagar o que somos,
se somos frutos da terra
a terra esta ilha cósmica pertence a outra estação,
e a semente e a mão
que a semeou...
o ou plano da criação, que se criou, quem o criou...
A terra infinita teve mais esta filha,
uma ilha bonita,
perdida no espaço da vida.
e cada amor, parece sempre ser o primeiro,
tão cheio de mistério e de ilusão.
Viver é novidade,
por mais que se vive ninguém sabe o dia de amanhã.
A infinita terra, mãe desta ilha,
com seus Deuses imortais nos apartou por tempo finito
ou por nunca mais...
Segredou os ancestrais
habitantes das estrelas...
indagar o que somos,
se somos frutos da terra
a terra esta ilha cósmica pertence a outra estação,
e a semente e a mão
que a semeou...
o ou plano da criação, que se criou, quem o criou...
A terra infinita teve mais esta filha,
uma ilha bonita,
perdida no espaço da vida.
terça-feira, 14 de fevereiro de 2012
Vestido de festa
O evento movimentou a semana
O primeiro do mes, o primeiro do ano.
Sou eu que vou a frutaria,
conversar com as maças e as uvas,
nas lotéricas espicho as fileiras,
dos devedores e das lutas.
Nos ônibus lotados, suados
e todo tipo de pessoa sonhadora.
Trago feito formiga,
minha comida... que seja generosa a árvore da vida.
O primeiro do mes, o primeiro do ano.
Sou eu que vou a frutaria,
conversar com as maças e as uvas,
nas lotéricas espicho as fileiras,
dos devedores e das lutas.
Nos ônibus lotados, suados
e todo tipo de pessoa sonhadora.
Trago feito formiga,
minha comida... que seja generosa a árvore da vida.
minha conta
Crédito de tempo.
Vou devagar, contra o vento.
riqueza de pensamento.
No banco os dados
de uma boa jogadora.
Vou devagar, contra o vento.
riqueza de pensamento.
No banco os dados
de uma boa jogadora.
segunda-feira, 13 de fevereiro de 2012
O que você vai ser quando crerscer...
"Deixai-me vos em paz para ser menino...
Entre as demandas simples do choro e do riso"
Não lamente o meu verso sincero de crença
não aponte o dedo para o meu caminho
dele sabem meus pés e minha cabeça.
Não me torture com os seus medos.
não me revele os seus segredos.
Deixe por favor a vida ser nova,
já que nasci assim com a força
de poder crescer de novo.
Deixe todos os fantasmas lá fora,
não use seu conta gotas para sanar minhas dores,
Só vivo o que sinto,
e sinto que estou vivo.
e isto me basta para exercer os meus dias.
Entre as demandas simples do choro e do riso"
Não lamente o meu verso sincero de crença
não aponte o dedo para o meu caminho
dele sabem meus pés e minha cabeça.
Não me torture com os seus medos.
não me revele os seus segredos.
Deixe por favor a vida ser nova,
já que nasci assim com a força
de poder crescer de novo.
Deixe todos os fantasmas lá fora,
não use seu conta gotas para sanar minhas dores,
Só vivo o que sinto,
e sinto que estou vivo.
e isto me basta para exercer os meus dias.
sábado, 11 de fevereiro de 2012
as surpresas continuam e se pudesse medir. Contava.
é no passado que o presente
reafirma sua eternidade.
Pode ser a lua
que chega mais perto,
pode ser o sol que não dorme.
pode ser o coração desperto,
mas tem sempre algo novo
no ar. Respiro este elemento fora da tabela.
Olhos estranhos calados,
presos num tempo, enlaçados no templo
de uma outra fachada...
Agora José,
será a hora de fechar a janela...
se a lua e estrelas começam aparecer...
só por seu medo de anoitecer...
!!! deixemos a vida ser ...
tudo que é...só assim se pode ser
o que se é sem temer... o que
não sé é!
enlaçados no templo de uma outra fachada.
Cada instante da vida
é uma surpresa incontida,
naquele bem que a tudo domina
que prolifera, que regenera
a esperança perdida...
reafirma sua eternidade.
Pode ser a lua
que chega mais perto,
pode ser o sol que não dorme.
pode ser o coração desperto,
mas tem sempre algo novo
no ar. Respiro este elemento fora da tabela.
Olhos estranhos calados,
presos num tempo, enlaçados no templo
de uma outra fachada...
Agora José,
será a hora de fechar a janela...
se a lua e estrelas começam aparecer...
só por seu medo de anoitecer...
!!! deixemos a vida ser ...
tudo que é...só assim se pode ser
o que se é sem temer... o que
não sé é!
enlaçados no templo de uma outra fachada.
Cada instante da vida
é uma surpresa incontida,
naquele bem que a tudo domina
que prolifera, que regenera
a esperança perdida...
sexta-feira, 10 de fevereiro de 2012
a polemica do fim do mundo
Oh, morte,
distraída...
quando chegares...
já terei vivido toda a minha vida!
Não posso afirmar com certeza absoluta,
nem mesmo relativa, ou qualquer certeza
Nem com a certeza dos loucos.
mas penso que o mundo já queimou
dois terços do seu longo e fumacento pavio.
tanto em reza, tanto em oleo, tanto em fogo.
Não falo do mundinho
aquele rai mundo...pequenino
que também sonhou ser grande...
Falo do meu. Cuja lamparina
de fogo e fumaça meus olhos ardeu!
e nunca clareou mais
que umas pitadas de frias lâmpadas.
Então se o Sol se apaga
as plantas são pantanos negros...
se houvesse água que afaga
os olho tristes s verdes...
A água também seca
seca na lingua e no coração.
a mina mingua,
minguam os trabalhos das mãos.
Minguam os passos e os pés no chão.
O mundo parece condenado
será o trabalho da vida um trabalho vão...
você só quer ver a condenação...
não quer saber da redenção...!!!!
Você pensa, cre, acha, deduz
que a pequena chama de luz
se apagará por causa de algum vento...
nada se pode fazer,
o mundo se acabará, não conte o tempo
com os dedos da mão...
nem mesmo com pulso do coração.
Lembre-se ninguém verá o fim do mundo
porque antes do fim do mundo se morre
distraída...
quando chegares...
já terei vivido toda a minha vida!
Não posso afirmar com certeza absoluta,
nem mesmo relativa, ou qualquer certeza
Nem com a certeza dos loucos.
mas penso que o mundo já queimou
dois terços do seu longo e fumacento pavio.
tanto em reza, tanto em oleo, tanto em fogo.
Não falo do mundinho
aquele rai mundo...pequenino
que também sonhou ser grande...
Falo do meu. Cuja lamparina
de fogo e fumaça meus olhos ardeu!
e nunca clareou mais
que umas pitadas de frias lâmpadas.
Então se o Sol se apaga
as plantas são pantanos negros...
se houvesse água que afaga
os olho tristes s verdes...
A água também seca
seca na lingua e no coração.
a mina mingua,
minguam os trabalhos das mãos.
Minguam os passos e os pés no chão.
O mundo parece condenado
será o trabalho da vida um trabalho vão...
você só quer ver a condenação...
não quer saber da redenção...!!!!
Você pensa, cre, acha, deduz
que a pequena chama de luz
se apagará por causa de algum vento...
nada se pode fazer,
o mundo se acabará, não conte o tempo
com os dedos da mão...
nem mesmo com pulso do coração.
Lembre-se ninguém verá o fim do mundo
porque antes do fim do mundo se morre
quinta-feira, 9 de fevereiro de 2012
Poemar como antigamente
Pó é mar!
e parte das estrelas
tecem a vida na sua banheira viva.
Compor palavras poéticas e textos
sem medida nem peso.
Julgado livre o dom da poesia,
mesmo que doa, dói
a quem escreve e deve
este dom proclamar.
A exemplo dos santos antigos,
dos errantes itinerantes
dos delirantes sem depois e sem antes,
escrever é oracular...
de orar... uma reza estranha
que vem de alguma entranha bem desconhecida
que de um jeito ou outro
louva a vida...
Os artistas que agora escrevem na internet,
inspirados talvez por almas boas
de escritores e oradores,
do tempo das cavernas, das pedras e das areias...
topam com um grande desafio
A internet é um mar,
onde se navega... terras e aguas,
salgadas e doces rios...
O artista da internet é peregrino do mundo
ainda não tem os direitos de suas obras originais resguardados por lei...
Ah... existe lei para tudo
a internet é um espaço bastante comunitário,
mas dominado por poucos e muito pouco
conhece a corda da sua vida...
O artista se consola... aproveita e escreve tudo agora,
amanhã, talvez nada sobre,
as grandes ondas levam tudo embora.
Nunca que eu me lembre houve
na terra um momento tão especial para a arte
como este...
Refiro-me á uma arte muito antiga,
que é atributo dos povos, inclusive,
de todos os povos do mundo,
de toda forma de pessoa...
sem o contrato, o trato, o distrato
do que é perfeito, apenas
aquilo que bate forte no peito.
e parte das estrelas
tecem a vida na sua banheira viva.
Compor palavras poéticas e textos
sem medida nem peso.
Julgado livre o dom da poesia,
mesmo que doa, dói
a quem escreve e deve
este dom proclamar.
A exemplo dos santos antigos,
dos errantes itinerantes
dos delirantes sem depois e sem antes,
escrever é oracular...
de orar... uma reza estranha
que vem de alguma entranha bem desconhecida
que de um jeito ou outro
louva a vida...
Os artistas que agora escrevem na internet,
inspirados talvez por almas boas
de escritores e oradores,
do tempo das cavernas, das pedras e das areias...
topam com um grande desafio
A internet é um mar,
onde se navega... terras e aguas,
salgadas e doces rios...
O artista da internet é peregrino do mundo
ainda não tem os direitos de suas obras originais resguardados por lei...
Ah... existe lei para tudo
a internet é um espaço bastante comunitário,
mas dominado por poucos e muito pouco
conhece a corda da sua vida...
O artista se consola... aproveita e escreve tudo agora,
amanhã, talvez nada sobre,
as grandes ondas levam tudo embora.
Nunca que eu me lembre houve
na terra um momento tão especial para a arte
como este...
Refiro-me á uma arte muito antiga,
que é atributo dos povos, inclusive,
de todos os povos do mundo,
de toda forma de pessoa...
sem o contrato, o trato, o distrato
do que é perfeito, apenas
aquilo que bate forte no peito.
Priscila brasiliana
Brasiliana nativa
da terra goiana
mineira de berço,
de abraço cigano.
bailarina do direito
de passos perfeitos
e olhar puritano
Riso convicto
nos olhos invictos
do mal dos humanos.
Menina sonhadora,
viajante do tempo
em seu templo
de musa inspiradora.
com o carinho de quem ama
compartilha o riso
e o sorriso com quem te encontra
com quem te procura.
da terra goiana
mineira de berço,
de abraço cigano.
bailarina do direito
de passos perfeitos
e olhar puritano
Riso convicto
nos olhos invictos
do mal dos humanos.
Menina sonhadora,
viajante do tempo
em seu templo
de musa inspiradora.
com o carinho de quem ama
compartilha o riso
e o sorriso com quem te encontra
com quem te procura.
quarta-feira, 8 de fevereiro de 2012
O heroismo
Todos nascem para ser herói:
mas alguns se juntam se rejuntam e se constroi...
há outros que apenas se rói!
enquanto os revoltados praticam o crime e se destroem
outros se tornam divinos
e jubilam o mal social como grande bem feitor
de suas sinas...
Mas o crime social
do pobre contra o rico é barbaro
porque ninguém precisa do pretexto da riqueza
para ser digno ou indigno
Do rico contra o pobre,
é nobre. São sábios
que conhecem a fraqueza de sua tribo.
O resultado matemático é uma filosofia ignobil.
e que agride as retinas e o coração
daqueles que olham, que não passam
que vivem no mesmo paço,
no mesmo terraço, no mesmo jardim
paradisíaco, ILIACO,
do sustento da vida.
Por que será
que a justiça social, não a justiça criminal é tão arrogante
que não se envergonha do mal.
É da minha indole sonhar
com um mundo mais justo...
E é até sem falar na justiça,
que tem a indole de punir
por força e paradigma indescutível,
falo apenas pela beleza dos olhos
de quem vê...a vida como um
um dom de grandeza indescrível
que vale a pena,
não as penas apenas,
vale as asas e o voo
de quem vive.
Eu bem sei
que a certeza da morte e da pouca sorte
nos faz pequenos...
e esta vingança
é critica por que está além da vista.
Se somos mortais
meros e homeros em sonhos,
somos medonhos.
Não sei por que muitos homens em vida pequenos,
amaram seu próximo,
ao extremo e se tornaram grandes e imortais.
mas alguns se juntam se rejuntam e se constroi...
há outros que apenas se rói!
enquanto os revoltados praticam o crime e se destroem
outros se tornam divinos
e jubilam o mal social como grande bem feitor
de suas sinas...
Mas o crime social
do pobre contra o rico é barbaro
porque ninguém precisa do pretexto da riqueza
para ser digno ou indigno
Do rico contra o pobre,
é nobre. São sábios
que conhecem a fraqueza de sua tribo.
O resultado matemático é uma filosofia ignobil.
e que agride as retinas e o coração
daqueles que olham, que não passam
que vivem no mesmo paço,
no mesmo terraço, no mesmo jardim
paradisíaco, ILIACO,
do sustento da vida.
Por que será
que a justiça social, não a justiça criminal é tão arrogante
que não se envergonha do mal.
É da minha indole sonhar
com um mundo mais justo...
E é até sem falar na justiça,
que tem a indole de punir
por força e paradigma indescutível,
falo apenas pela beleza dos olhos
de quem vê...a vida como um
um dom de grandeza indescrível
que vale a pena,
não as penas apenas,
vale as asas e o voo
de quem vive.
Eu bem sei
que a certeza da morte e da pouca sorte
nos faz pequenos...
e esta vingança
é critica por que está além da vista.
Se somos mortais
meros e homeros em sonhos,
somos medonhos.
Não sei por que muitos homens em vida pequenos,
amaram seu próximo,
ao extremo e se tornaram grandes e imortais.
segunda-feira, 6 de fevereiro de 2012
Explore-se
Explore-se
não deixe o seu tesouro enterrado
ainda que chiore
explorar-se não é pecado.
Há de fato lum tesouro escondido
que não seja ouro
nem arco iris colorido...
é o tesouro de si mesmo,
que há tanto tempo está perdido.
Esta é a arca não do noel,
nem a fábrica, nem a fábula
mal explicada e mal entendida.
É o presente,
o tempo dado da sua vida.
não deixe o seu tesouro enterrado
ainda que chiore
explorar-se não é pecado.
Há de fato lum tesouro escondido
que não seja ouro
nem arco iris colorido...
é o tesouro de si mesmo,
que há tanto tempo está perdido.
Esta é a arca não do noel,
nem a fábrica, nem a fábula
mal explicada e mal entendida.
É o presente,
o tempo dado da sua vida.
trabajadores
Hay una campaña contra el sol
porque el sol provoca cáncer de piel ...
con las personas que van a la playa
no existe una campaña contra el sol,
acerca de las personas que trabajan ...
durante todo el día, deibaixo el sol abrasador ...
la piel de los trabajadores
especialmente aquellos que trabajan en la construcción
de sol a sol en Brasil
No merecen también especial cuidado ...
¿Por qué no hace campaña junto a las empresas
para que los empleadores distribuyen grandes sombreros de paja
para su uso en el trabajo, en los días de sol brillante ...
Sí. .. los trabajadores se merecen y necesitan toda
cuidados especiales, tales como salud, alimentación, confort,
seguridad y respeto.
porque el sol provoca cáncer de piel ...
con las personas que van a la playa
no existe una campaña contra el sol,
acerca de las personas que trabajan ...
durante todo el día, deibaixo el sol abrasador ...
la piel de los trabajadores
especialmente aquellos que trabajan en la construcción
de sol a sol en Brasil
No merecen también especial cuidado ...
¿Por qué no hace campaña junto a las empresas
para que los empleadores distribuyen grandes sombreros de paja
para su uso en el trabajo, en los días de sol brillante ...
Sí. .. los trabajadores se merecen y necesitan toda
cuidados especiales, tales como salud, alimentación, confort,
seguridad y respeto.
Erasmus de Roterdam
Não estudei sua obra como devia,
como merece,
esta pétala eterna que o tempo não envelhece.
dos gregos a luz antiga...
de qualquer sabio homem vivente,
trazes para a roda a cantiga
da idade mais terna da gente.
E na roda da vida,
o tempo nunca se esvai...
a criança sem saida
no seu eterno vem e vai
encontra Erasmo que recolhe
da filosofia ancestral...
a ostra mãe que acolhe
a pérola filha das águas do mar.
como merece,
esta pétala eterna que o tempo não envelhece.
dos gregos a luz antiga...
de qualquer sabio homem vivente,
trazes para a roda a cantiga
da idade mais terna da gente.
E na roda da vida,
o tempo nunca se esvai...
a criança sem saida
no seu eterno vem e vai
encontra Erasmo que recolhe
da filosofia ancestral...
a ostra mãe que acolhe
a pérola filha das águas do mar.
Palavras a Juscelino Kubitschek de Oliveira - Um brasileiro do mundo
Juscelino fez surgir a moderna Brasilia,
um diamantado céu de Goias a acolheu
seu povo também sonhou com ele
célebre capital de um Brasil brasileiro seu.
Espaço momumento de sua mente.
lindos terraços recortados pelo paranoá,
intima presença das águas nos paredões
ninhou Brasilia, lambeu-lhe as mãos e as flores
Ostentou os sonhos de muitos trabalhadores.
Kloster de sonhos e realidade
umbral de um povo, de uma terra sem igual
baluarte de sorriso longo e abraço largo
impecável brasileiro, heroi amordaçado!
Tatuado na terra do chão de Goias,
saleado em sol natural dorme-lhe a vida
celebrado na voz de seu fiel zelador
honrarias ao heroi, jamais esquecidas!
Espaço Brasilia luz terra, água e ar
kalb de um povo que ama a vida
De força aos sonhos, de luta de paz
elevar da terra o fruto concreto e destemido
Orbitar o chão, respirar o ar luminoso
laminar o pão dos dias, sem previa morte,
ingressar a mata, regressar a salvo,
vertentes rios de medo e má sorte.
esmerado espírito, destemida mão
ímpeto da construção de médico curador
radiante, adiante, seu batalhão
astro mastro mestre de uma nação.
um diamantado céu de Goias a acolheu
seu povo também sonhou com ele
célebre capital de um Brasil brasileiro seu.
Espaço momumento de sua mente.
lindos terraços recortados pelo paranoá,
intima presença das águas nos paredões
ninhou Brasilia, lambeu-lhe as mãos e as flores
Ostentou os sonhos de muitos trabalhadores.
Kloster de sonhos e realidade
umbral de um povo, de uma terra sem igual
baluarte de sorriso longo e abraço largo
impecável brasileiro, heroi amordaçado!
Tatuado na terra do chão de Goias,
saleado em sol natural dorme-lhe a vida
celebrado na voz de seu fiel zelador
honrarias ao heroi, jamais esquecidas!
Espaço Brasilia luz terra, água e ar
kalb de um povo que ama a vida
De força aos sonhos, de luta de paz
elevar da terra o fruto concreto e destemido
Orbitar o chão, respirar o ar luminoso
laminar o pão dos dias, sem previa morte,
ingressar a mata, regressar a salvo,
vertentes rios de medo e má sorte.
esmerado espírito, destemida mão
ímpeto da construção de médico curador
radiante, adiante, seu batalhão
astro mastro mestre de uma nação.
sexta-feira, 3 de fevereiro de 2012
Curitiba a cidade primavera
Curitiba uma cidade moderna:
com seus gitantes retângulos verticais
com ceramica internas
e cristais de mármore nas fachadas sociais.
Resplandece nas matinais ensolaradas.
Suas largas janelas abertas ao sol
combinam com a brusca resbuscada neblina
e seu arsenal de guarda chuvas negros
e fantásticas coloridas sombrinhas.
Seu passo largo vai veloz do verão ao outono,
embruscadas nuvens bordam o céu de preto e branco,
como se fosse uma pintura de milhões de anos...
se cobre e se recobre de um cinzento manto.
O vento e a chuva na rua das flores
embalam as pequeninas pétalas de cores...
é uma natureza de rara especie
a Curitiba de seus muitos amores.
E as águas levam o tempo para o inverno,
o grande mestre da renovação leva as folhas soltas
e lhes desfia o peciolo morto...
vem outra era, a Curitiba resplandecente
de sua eterna primavera.
com seus gitantes retângulos verticais
com ceramica internas
e cristais de mármore nas fachadas sociais.
Resplandece nas matinais ensolaradas.
Suas largas janelas abertas ao sol
combinam com a brusca resbuscada neblina
e seu arsenal de guarda chuvas negros
e fantásticas coloridas sombrinhas.
Seu passo largo vai veloz do verão ao outono,
embruscadas nuvens bordam o céu de preto e branco,
como se fosse uma pintura de milhões de anos...
se cobre e se recobre de um cinzento manto.
O vento e a chuva na rua das flores
embalam as pequeninas pétalas de cores...
é uma natureza de rara especie
a Curitiba de seus muitos amores.
E as águas levam o tempo para o inverno,
o grande mestre da renovação leva as folhas soltas
e lhes desfia o peciolo morto...
vem outra era, a Curitiba resplandecente
de sua eterna primavera.
quinta-feira, 2 de fevereiro de 2012
Procura
Penso em publicar um livro
algumas páginas brancas,
outras coloridas.
verdades e mentiras.
lendas da vida.
Sobre indios
cavernas e estórias
quebrar uma mentira e uma verdade
que nunca foram quebradas até agora.
Reparo no que está escrito nos livros, nos momumentos,
nos ossos deixados lá fora,
nada entretanto aqui dentro...
As coisas mais preciosas,
ate então são as preciosas...
ha outras escondidas,
entre o cravo e a rosa...
Quero mudar algo
um hábito do esquecimento
e do desconhecido...
Onde estará o ouro
que nunca foi encontrado e nem nunca foi perdido...!!!
E por falar em ouro
que valor teria o primeiro tesouro
que ouro não seria...
Não confunda, não misture
a minha falsa literatura
com a sua história pura...
são coisas diferentes,
a maldade do esquecimento
nos torna a todos sem referencia.
Estou com vontade de publicar um livro...
com uma estória bem anacronica
que talvez nunca tenha sido lida.
algumas páginas brancas,
outras coloridas.
verdades e mentiras.
lendas da vida.
Sobre indios
cavernas e estórias
quebrar uma mentira e uma verdade
que nunca foram quebradas até agora.
Reparo no que está escrito nos livros, nos momumentos,
nos ossos deixados lá fora,
nada entretanto aqui dentro...
As coisas mais preciosas,
ate então são as preciosas...
ha outras escondidas,
entre o cravo e a rosa...
Quero mudar algo
um hábito do esquecimento
e do desconhecido...
Onde estará o ouro
que nunca foi encontrado e nem nunca foi perdido...!!!
E por falar em ouro
que valor teria o primeiro tesouro
que ouro não seria...
Não confunda, não misture
a minha falsa literatura
com a sua história pura...
são coisas diferentes,
a maldade do esquecimento
nos torna a todos sem referencia.
Estou com vontade de publicar um livro...
com uma estória bem anacronica
que talvez nunca tenha sido lida.
quarta-feira, 1 de fevereiro de 2012
Fácil prefacio
Admito
As estrelas são mentiras
que me inspiram.
Valem tesouros...
Os besouros de ouro... a voar, voar, voar.
São inquebrantáveis alusões,
ilusões, do que é bom e bonito...
ainda que seja
um vão de hidrogenio
incandescente e aflito.
Alem das lutas
Te conheço, hospicio
e o silencio das almas
que tu sepultas
a avulsa luz e a desdita.
Toda riqueza é sonho,
a pilha de livros e dna
que componho e decomponho.
Ao amor peço perdão
a liberdade me chama...
entretanto tudo não passa
da monótona lama.
Quisera ficar aninhada ao Zé
nunca mais distante
do que a grandeza dos seus braços
nem um único passo de pé!
mas a força este grito,
que vem de um desconhecido espirito...
que nasce, me nasce
quanto a pó, lama bendita e finita
mantem cativa minha vida.
E todo amor, amor profano e tirano,
me veste com seus trapos de pano,
feitos de enganos... sobre humanos.
Gosto adoro a graça garça sobre o mar,
ninguém jamais viu sua verdade
só suas penas a solfejar
o silencio dos seus dias, absortos no ar.
As estrelas são mentiras
que me inspiram.
Valem tesouros...
Os besouros de ouro... a voar, voar, voar.
São inquebrantáveis alusões,
ilusões, do que é bom e bonito...
ainda que seja
um vão de hidrogenio
incandescente e aflito.
Alem das lutas
Te conheço, hospicio
e o silencio das almas
que tu sepultas
a avulsa luz e a desdita.
Toda riqueza é sonho,
a pilha de livros e dna
que componho e decomponho.
Ao amor peço perdão
a liberdade me chama...
entretanto tudo não passa
da monótona lama.
Quisera ficar aninhada ao Zé
nunca mais distante
do que a grandeza dos seus braços
nem um único passo de pé!
mas a força este grito,
que vem de um desconhecido espirito...
que nasce, me nasce
quanto a pó, lama bendita e finita
mantem cativa minha vida.
E todo amor, amor profano e tirano,
me veste com seus trapos de pano,
feitos de enganos... sobre humanos.
Gosto adoro a graça garça sobre o mar,
ninguém jamais viu sua verdade
só suas penas a solfejar
o silencio dos seus dias, absortos no ar.
segunda-feira, 30 de janeiro de 2012
Literatura
Na minha mente
tem de tudo:
inclusive o concretismo
da minha existência.
Como se não basta existir só,
Deus na sua ciência
tem da gente um dó
cria o mundo
e dá música...
Depois da música,
tudo se cria ao redor...
Nem tudo é real
no limitado saber e sentir a vida
mas tudo é real
ali na outra esquina,
dos meus olhos escondido...
Então desconfia
a literatura tem seu partido...
O partido dos sonhos e da vida,
onde nunca precisou ser
inserida.
tem de tudo:
inclusive o concretismo
da minha existência.
Como se não basta existir só,
Deus na sua ciência
tem da gente um dó
cria o mundo
e dá música...
Depois da música,
tudo se cria ao redor...
Nem tudo é real
no limitado saber e sentir a vida
mas tudo é real
ali na outra esquina,
dos meus olhos escondido...
Então desconfia
a literatura tem seu partido...
O partido dos sonhos e da vida,
onde nunca precisou ser
inserida.
sexta-feira, 27 de janeiro de 2012
separar o que do que...
Amarela-se diante da mentira
Avermelha-se diante da verdade
ou o oposto...
Ficam azuis outros.
Embranquecem...
Escurecem até ao sangue...
ficam verdes feito lodo.
Mentiras e verdades
tecem a vida de todos.
Avermelha-se diante da verdade
ou o oposto...
Ficam azuis outros.
Embranquecem...
Escurecem até ao sangue...
ficam verdes feito lodo.
Mentiras e verdades
tecem a vida de todos.
Menitra...
Só para quem questiona a verdade.
Verdades e mentiras fazem parte do mesmo lado
já que a condição humana é limitada.
O céu está azul.
Parece uma verdade quando se pergunta...
sabe-se que o céu não é azul
Parece outra verdade.
Verdades e mais verdades
se desfazem nas invisíveis mãos do tempo tecelão
assim também as mentiras...
ou verdades são frutos que se vão.
Não se pergunta
se vive tudo verdades e mentiras juntas
tornam a vida completa
Verdades e mentiras fazem parte do mesmo lado
já que a condição humana é limitada.
O céu está azul.
Parece uma verdade quando se pergunta...
sabe-se que o céu não é azul
Parece outra verdade.
Verdades e mais verdades
se desfazem nas invisíveis mãos do tempo tecelão
assim também as mentiras...
ou verdades são frutos que se vão.
Não se pergunta
se vive tudo verdades e mentiras juntas
tornam a vida completa
quinta-feira, 26 de janeiro de 2012
Enquanto isto cumpade
... Pego meu balaio vazio
um punhado de vela branca e outras coloridas
uma pá cortadeira e uma máquina
adivinhadora de encontrar dinheiro,
em forma de torrão de ouro...
Sobe a serra a apontadeira
da máquina adivinhadeira...
depois do morro, no vale do pinheiro,
há um pé de ouro, entre os esteios
de uma tapera veia,
de um antigo veio fazendeiro...
Chama-se o veio ao lampião,
no meio de noite, o açoite do sonho
bate a porta o aventureiro...
com sua máquina, o bisonho.
Dentro da sua casa, tem um tesouro
deixado por indios, ladrãos, ou santo padres,
o senhor permite que se escave,
que se cave até o ouro brilhar...
Metade de tudo o senhor vai ganhar.
E a tapera se reforma
com chapas de maderite e fórmica
o veio do sonho, o bisonho, a pá começa cavar.
E de repente surge no meio das velas
uma enorme lingua de água
que lambe e chupa e engole as chamas
labaredas de fogo no meio da lama....
Um buraco enorme na casa do veio...
cheio de água .... alagou, alagou!
Ai amanhã que magoa
o ouro chorou!
um punhado de vela branca e outras coloridas
uma pá cortadeira e uma máquina
adivinhadora de encontrar dinheiro,
em forma de torrão de ouro...
Sobe a serra a apontadeira
da máquina adivinhadeira...
depois do morro, no vale do pinheiro,
há um pé de ouro, entre os esteios
de uma tapera veia,
de um antigo veio fazendeiro...
Chama-se o veio ao lampião,
no meio de noite, o açoite do sonho
bate a porta o aventureiro...
com sua máquina, o bisonho.
Dentro da sua casa, tem um tesouro
deixado por indios, ladrãos, ou santo padres,
o senhor permite que se escave,
que se cave até o ouro brilhar...
Metade de tudo o senhor vai ganhar.
E a tapera se reforma
com chapas de maderite e fórmica
o veio do sonho, o bisonho, a pá começa cavar.
E de repente surge no meio das velas
uma enorme lingua de água
que lambe e chupa e engole as chamas
labaredas de fogo no meio da lama....
Um buraco enorme na casa do veio...
cheio de água .... alagou, alagou!
Ai amanhã que magoa
o ouro chorou!
Seu tonho
Me contou essa
Pois é volto de mato grosso
não conto qual deles é..., mato grande,
Plantei uma roça,
que no mato se esconde...
Não há foice, machado que dá "praga" de conta.
Esqueçamos a praga
que é a selva miuda, que não se come, não se usa.
Não sei para que serve,
se deve ou não perenizar qualquer erva.
O milharal nunca cresceu porco do mato,
anta, tatu comeu. A mandioca
não deu raiz se foi lagarto ou perdiz.
Não sei. Na roça não fui feliz.
Nem um grão. Os bichos tudo comeu.
E por que não comestes os bichos...?
Saem de todo canto, a cada instante,
feito encanto e tudo come...
nem dá tempo de comer eles, os homens...
tô deixando lá a fazenda...
Ah quero dizer que lá não tem
lei não. Ecologia
Estudo do eco que elogia.
Fica longe longe longe
nos "Arraiás" do Araguaia..
Pois é volto de mato grosso
não conto qual deles é..., mato grande,
Plantei uma roça,
que no mato se esconde...
Não há foice, machado que dá "praga" de conta.
Esqueçamos a praga
que é a selva miuda, que não se come, não se usa.
Não sei para que serve,
se deve ou não perenizar qualquer erva.
O milharal nunca cresceu porco do mato,
anta, tatu comeu. A mandioca
não deu raiz se foi lagarto ou perdiz.
Não sei. Na roça não fui feliz.
Nem um grão. Os bichos tudo comeu.
E por que não comestes os bichos...?
Saem de todo canto, a cada instante,
feito encanto e tudo come...
nem dá tempo de comer eles, os homens...
tô deixando lá a fazenda...
Ah quero dizer que lá não tem
lei não. Ecologia
Estudo do eco que elogia.
Fica longe longe longe
nos "Arraiás" do Araguaia..
Constelação
Não tenho circulado
concentrico
do centro para os lados.
Angulos agudos, obtusos,
rasos... retas paralelas transversais.
Não tenho sido geometrico,
nem poético, não tenho sido bem estético quanto
ao bem ou ao pecado.
Tenho Oscilado.
pouco cartesiano,
muito oceano, sem plano,
água para todo lado.
se choro, se rio... meu bom bocado.
Tenho sido ponto.
Tenho sido final.
Tenho sido afinal o sinal
de um sino quebrado.
Badala, badala
suas tontas badaladas
Eles olham de lado,
desconfiado...
mas nunca nunca certificados.
concentrico
do centro para os lados.
Angulos agudos, obtusos,
rasos... retas paralelas transversais.
Não tenho sido geometrico,
nem poético, não tenho sido bem estético quanto
ao bem ou ao pecado.
Tenho Oscilado.
pouco cartesiano,
muito oceano, sem plano,
água para todo lado.
se choro, se rio... meu bom bocado.
Tenho sido ponto.
Tenho sido final.
Tenho sido afinal o sinal
de um sino quebrado.
Badala, badala
suas tontas badaladas
Eles olham de lado,
desconfiado...
mas nunca nunca certificados.
sábado, 21 de janeiro de 2012
quarta-feira, 18 de janeiro de 2012
Ai...ai... ai...quando trama...
Quando trama os hormonios
deita dorme e sonha.
Se o faz com Deus e todas as orações,
despertam-se anjos, principes sapos e lobisomens
e outros que rimam
mas não digo o nome.
A coberta o lençol e a fronha
confabulam com o (a) pobre adormecido (a) que sonha
que acorda babado
no meio de um invisível assedio...
abrir gaveta, buscar remédio...
chuverada de madrugada...
O retrato dele (a) na cabeça,
o sabor espalhado pela pele
quando trama os hormonios...
a tudo as todos se apela.
Quando os hormonios trama (m)
que seja generosa a vida...
que me lamba, me ama, me coma...
me guarde escondida
no indecifrável presidio da sua cama.
deita dorme e sonha.
Se o faz com Deus e todas as orações,
despertam-se anjos, principes sapos e lobisomens
e outros que rimam
mas não digo o nome.
A coberta o lençol e a fronha
confabulam com o (a) pobre adormecido (a) que sonha
que acorda babado
no meio de um invisível assedio...
abrir gaveta, buscar remédio...
chuverada de madrugada...
O retrato dele (a) na cabeça,
o sabor espalhado pela pele
quando trama os hormonios...
a tudo as todos se apela.
Quando os hormonios trama (m)
que seja generosa a vida...
que me lamba, me ama, me coma...
me guarde escondida
no indecifrável presidio da sua cama.
terça-feira, 17 de janeiro de 2012
fresta do destino
Não sei por que fresta do destino
você chega feito claridade,
de olhos claros de menino...
Se para conferir o caminho
ainda ontem contei as estrelas
Escorpião sumiu...
Estava lá Orion, de ponta cabeça
com baltazar, belchior e betegeuse...
olhando a sala.
vieram do mar as estrelas,
subiram as escadarias de pedra da serra
a primeira que Deus criou quando passeou pela América.
Por que fresta.... falo de você filho das ilhas,
filhas do mar, criado no ventre rochoso e fertil,
com frutos doces e nectar.
De você que tem peixes flutuando nas meninas dos olhos,
Orion... com seu olho aceso,
acende mais e mais as estrelas...
mas lembro um menino, atravessando o mar,
com seu olhar de criança,
cruza o abismo como se fosse dança,
chora... como se canta...
às enxurradas, às gargalhadas...
Buscar América para si...
querer o brilho de uma terra nova,
fazer aliança com outros povos. Se irmanar,
se embebedar de sonhos...
E esta fresta aberta
Abre outra dimensão inesperada e desconhecida
por onde entre e sai novas
formas de vida
Desmembrada do tempo contado,
do tempo sabido, do espaço conhecido
do dia vivido.
O poema histórico,
o verso heróico
vem regado do teu silêncio.
E tu deixaste teu Adeus num lenço
que ficou no mar.
E teu navio mergulhou dias e dias
na escuridão do futuro...
daquelo menino...e
buscar o homem da América...
Um outro território asteca.
Mas o silêncio é tão sino:
Badala de alegria toda a alma do menino...
De sorriso tão puro vigia com o próprio alento
o coração da vida.
A América.
você chega feito claridade,
de olhos claros de menino...
Se para conferir o caminho
ainda ontem contei as estrelas
Escorpião sumiu...
Estava lá Orion, de ponta cabeça
com baltazar, belchior e betegeuse...
olhando a sala.
vieram do mar as estrelas,
subiram as escadarias de pedra da serra
a primeira que Deus criou quando passeou pela América.
Por que fresta.... falo de você filho das ilhas,
filhas do mar, criado no ventre rochoso e fertil,
com frutos doces e nectar.
De você que tem peixes flutuando nas meninas dos olhos,
Orion... com seu olho aceso,
acende mais e mais as estrelas...
mas lembro um menino, atravessando o mar,
com seu olhar de criança,
cruza o abismo como se fosse dança,
chora... como se canta...
às enxurradas, às gargalhadas...
Buscar América para si...
querer o brilho de uma terra nova,
fazer aliança com outros povos. Se irmanar,
se embebedar de sonhos...
E esta fresta aberta
Abre outra dimensão inesperada e desconhecida
por onde entre e sai novas
formas de vida
Desmembrada do tempo contado,
do tempo sabido, do espaço conhecido
do dia vivido.
O poema histórico,
o verso heróico
vem regado do teu silêncio.
E tu deixaste teu Adeus num lenço
que ficou no mar.
E teu navio mergulhou dias e dias
na escuridão do futuro...
daquelo menino...e
buscar o homem da América...
Um outro território asteca.
Mas o silêncio é tão sino:
Badala de alegria toda a alma do menino...
De sorriso tão puro vigia com o próprio alento
o coração da vida.
A América.
segunda-feira, 16 de janeiro de 2012
Brancura
Ares de beleza simples em sua altivez
diafána pele, a brancura em síntese.
riso e olhares invocam lugares.
ávida lucidez de mulher serena
nascida aos abraços e beijos
aladas flores lindas verbenas.
Suaves asas de menina prendem
altares em ombros fortes e sustentadores
nave e terrena femea.
tanto de paz tanto de luta
onde a terra é fertil a semente gruda
selvagem força, fé e labuta.
diafána pele, a brancura em síntese.
riso e olhares invocam lugares.
ávida lucidez de mulher serena
nascida aos abraços e beijos
aladas flores lindas verbenas.
Suaves asas de menina prendem
altares em ombros fortes e sustentadores
nave e terrena femea.
tanto de paz tanto de luta
onde a terra é fertil a semente gruda
selvagem força, fé e labuta.
Ana lista
Sem conversas fiadas
nem longas prestações,
pagamento a vista
para cada sessão.
Este tempo rentável
com muitas correções,
faz-se em análise
intemperes do coração.
Parado feito porta,
olha-se a janela alheia
um triângulo de notas
pelas coisas mais feias.
Conte-me nenê,
por que chora
se a teta da mãe tá cheia
e quentinho seu colo?
Tem pesadelo
enquanto dorme?
se alegre, nao chore
quando acorda tem sol.
nem longas prestações,
pagamento a vista
para cada sessão.
Este tempo rentável
com muitas correções,
faz-se em análise
intemperes do coração.
Parado feito porta,
olha-se a janela alheia
um triângulo de notas
pelas coisas mais feias.
Conte-me nenê,
por que chora
se a teta da mãe tá cheia
e quentinho seu colo?
Tem pesadelo
enquanto dorme?
se alegre, nao chore
quando acorda tem sol.
domingo, 15 de janeiro de 2012
ai quem me deve que me pague
Não cobro nada não
nem sou cobrador
mas a dívida que não se atrasa
é a dívida de amor.
mas dívida de amor
não é dívida é dádiva.
Se dádiva ou dívida
uma vez devida,
que se pague-a!
Uma vez devida
a dádiva não é dádiva é dívida
acumula águas e mágoas
em bicas de lágrimas...
que nunca se apaga.
Pague logo suas dívidas de amor
e usufrua de todas suas dádivas.
nem sou cobrador
mas a dívida que não se atrasa
é a dívida de amor.
mas dívida de amor
não é dívida é dádiva.
Se dádiva ou dívida
uma vez devida,
que se pague-a!
Uma vez devida
a dádiva não é dádiva é dívida
acumula águas e mágoas
em bicas de lágrimas...
que nunca se apaga.
Pague logo suas dívidas de amor
e usufrua de todas suas dádivas.
sábado, 14 de janeiro de 2012
Quem souber desta estória que conte outra!
Na lista o nome
no chão o tapete
no sorrisos os olhares
de bajulação.
que festa... não é minha!
deve ser da rainha.
As melhores vestes
as melhores linhas.
assédio de perguntas,
as respostas não juntam.
Os olhares desconfiados assuntam.
O maior desafio
um arredio, um arrepio um assobio
Ela não é ela!!!!!
É pardamarela não aquamarinha!
É sósia, é sócia... é impostora imposta!
É homônima, anõnima, parônima!!!
Com fábula, lê a bula confabula e burla!
Quanto desgosto, ter um único osso no meio
da carne nobre da vaca morta!
Dedicação igual não se vê...
lutas mudas, surdas dentro do peito
para desfazer o que tava feito
... É quando Deus mete a mão na massa!
e seu estilo original e divino
não há quem desfaça!
Ah... vos sóis Ateus!
Não se pode ser ateu de algo que não existe...
Se existe, Joãos, Josés Terezas e até Eu...
Por que não existiria Deus?
no chão o tapete
no sorrisos os olhares
de bajulação.
que festa... não é minha!
deve ser da rainha.
As melhores vestes
as melhores linhas.
assédio de perguntas,
as respostas não juntam.
Os olhares desconfiados assuntam.
O maior desafio
um arredio, um arrepio um assobio
Ela não é ela!!!!!
É pardamarela não aquamarinha!
É sósia, é sócia... é impostora imposta!
É homônima, anõnima, parônima!!!
Com fábula, lê a bula confabula e burla!
Quanto desgosto, ter um único osso no meio
da carne nobre da vaca morta!
Dedicação igual não se vê...
lutas mudas, surdas dentro do peito
para desfazer o que tava feito
... É quando Deus mete a mão na massa!
e seu estilo original e divino
não há quem desfaça!
Ah... vos sóis Ateus!
Não se pode ser ateu de algo que não existe...
Se existe, Joãos, Josés Terezas e até Eu...
Por que não existiria Deus?
sexta-feira, 13 de janeiro de 2012
o que é o que é
Quem escreve
não serve
nem ao bem, nem a verdade
como se deve.
Escrever é relatar o pensamento
desenclausurar a medida certa.
Mentira e verdade
quando se escreve, em qualquer criatura,
não é realidade,
é mera coinciência,
se chama literatura.
não serve
nem ao bem, nem a verdade
como se deve.
Escrever é relatar o pensamento
desenclausurar a medida certa.
Mentira e verdade
quando se escreve, em qualquer criatura,
não é realidade,
é mera coinciência,
se chama literatura.
conhecimento
Todo mundo conhece o ser humano.
Do Filósofo que concreta a pedra do dia a dia
ao marreteiro que a desfia.
a pessoa se cria no ar
É fácil.
Não voa. Se voasse seria um tipo de pássaro
cotovia ou condor.
a pessoa se cria na água
Não no leito dos rios, nem na placenta dos mares
no marejar dos olhos... luar...
não traga hidrogênio
se tragasse este feixe
seria um tipo de peixe.
Sua maquinaria ferve
derrete o ferro que o serve
numa corrente vermelha e quente
propulsiona sua matéria e sua mente.
Toda pessoa é contraditória:
tem um pensamento livre é um corpo cativo
dentro do mesmo invariável território.
Toda pessoa é um tipo diferente de animal:
tem consciência única
e um exército inteiro e seu tribunal.
Toda pessoa é perfeitamente organizada:
órgãos e mente agoniados.
Toda pessoa tem muita sorte
ganhou a vida.
Tem que viver, aprender e ser muito forte:
Toda pessoa tem que confrontar a morte.
toda pessoa comum é muito importante
tem que acordar cedo todos os dias
e administrar o mundo.
Toda pessoa complexa dorme
sem nexo, por séculos e séculos...
quando acorda quer tudo na mão.
Toda pessoa se faz de surdo
para ser ouvido.
Toda pessoa tem sim e tem não.
tem segredo no coração.
Toda pessoa sonha transformar seu sonho em realidade
e toda pessoa estranha quando sua realidade se transforma em sonho...
E toda pessoa sabe que há diferenças profundas
entre um sonho futuro e um sonho passado.
Toda pessoa tem mais de um milhão de células
para abrigar muitos exércitos da terra
e cela única para si mesmo...
e um indecifrável labirinto social
para trabalhar eternamente
de onde não se foge.
Toda pessoa muito pobre é muito rica de tempo
e são muitos os ladrões para furta-la...!
Agora vou falar do que pretento.
Toda pessoa pode presenciar um milagre.
Um milagre é fenômeno que ocorre
quando alguém ( e este alguém, é atribuido Deus)
burla todas as limitações de qualquer pessoa...
E faz acontecer algo embora possa ser desejado
seja também impossível para o momento.
(segue o texto nos próximos dias)
Do Filósofo que concreta a pedra do dia a dia
ao marreteiro que a desfia.
a pessoa se cria no ar
É fácil.
Não voa. Se voasse seria um tipo de pássaro
cotovia ou condor.
a pessoa se cria na água
Não no leito dos rios, nem na placenta dos mares
no marejar dos olhos... luar...
não traga hidrogênio
se tragasse este feixe
seria um tipo de peixe.
Sua maquinaria ferve
derrete o ferro que o serve
numa corrente vermelha e quente
propulsiona sua matéria e sua mente.
Toda pessoa é contraditória:
tem um pensamento livre é um corpo cativo
dentro do mesmo invariável território.
Toda pessoa é um tipo diferente de animal:
tem consciência única
e um exército inteiro e seu tribunal.
Toda pessoa é perfeitamente organizada:
órgãos e mente agoniados.
Toda pessoa tem muita sorte
ganhou a vida.
Tem que viver, aprender e ser muito forte:
Toda pessoa tem que confrontar a morte.
toda pessoa comum é muito importante
tem que acordar cedo todos os dias
e administrar o mundo.
Toda pessoa complexa dorme
sem nexo, por séculos e séculos...
quando acorda quer tudo na mão.
Toda pessoa se faz de surdo
para ser ouvido.
Toda pessoa tem sim e tem não.
tem segredo no coração.
Toda pessoa sonha transformar seu sonho em realidade
e toda pessoa estranha quando sua realidade se transforma em sonho...
E toda pessoa sabe que há diferenças profundas
entre um sonho futuro e um sonho passado.
Toda pessoa tem mais de um milhão de células
para abrigar muitos exércitos da terra
e cela única para si mesmo...
e um indecifrável labirinto social
para trabalhar eternamente
de onde não se foge.
Toda pessoa muito pobre é muito rica de tempo
e são muitos os ladrões para furta-la...!
Agora vou falar do que pretento.
Toda pessoa pode presenciar um milagre.
Um milagre é fenômeno que ocorre
quando alguém ( e este alguém, é atribuido Deus)
burla todas as limitações de qualquer pessoa...
E faz acontecer algo embora possa ser desejado
seja também impossível para o momento.
(segue o texto nos próximos dias)
quarta-feira, 11 de janeiro de 2012
Eu vivo e vivo....até continuar vivendo.
eu tenho mil e um metros cúbicos de tempo
para gastar vivendo... e ainda
posso requerer mais alguma coisa
se precisar ah, posso compartilhar
amplamente tudo isto que
que não se debita.
Só não posso consumir tudo de uma vez só...
é over dose. Acredita!
para gastar vivendo... e ainda
posso requerer mais alguma coisa
se precisar ah, posso compartilhar
amplamente tudo isto que
que não se debita.
Só não posso consumir tudo de uma vez só...
é over dose. Acredita!
terça-feira, 10 de janeiro de 2012
destino
Passará o pássaro
pela vidraça
e mergulhará no céu falso?
Não passou. Morreu
Caiu lá em baixo.
As crianças conferiram suas asas:
Estavam intactas.
Era um sabiá!
Já
O beija flor voava entre as folhas mais altas da floresta
o vento ajudava empurrando-o paras réstias
de luz daquela manhã.
a vidraça surgiu no seu voo
Um edificio de grande porte o beija flor capotou
a 200 batidas de asas por segundo
Caiu meio morto...
As crianças o pegaram:
Que lindo... as peninas, as asazinhas
o biquinho, as perninhas, os dedinhos...
Ele nem abria os olhos.
Sentaram ele num galinho
ficou pensativo... Que árvore será aquela
o que era aquilo...
Depois voou rápido para o outro lado.
pela vidraça
e mergulhará no céu falso?
Não passou. Morreu
Caiu lá em baixo.
As crianças conferiram suas asas:
Estavam intactas.
Era um sabiá!
Já
O beija flor voava entre as folhas mais altas da floresta
o vento ajudava empurrando-o paras réstias
de luz daquela manhã.
a vidraça surgiu no seu voo
Um edificio de grande porte o beija flor capotou
a 200 batidas de asas por segundo
Caiu meio morto...
As crianças o pegaram:
Que lindo... as peninas, as asazinhas
o biquinho, as perninhas, os dedinhos...
Ele nem abria os olhos.
Sentaram ele num galinho
ficou pensativo... Que árvore será aquela
o que era aquilo...
Depois voou rápido para o outro lado.
domingo, 8 de janeiro de 2012
A praça
Tudo se passa
e alguma coisa embaça a vidraça.
meu olhar foge... paira sobre os altos brotos das árvores,
Elas não me assustam.
Suas raizes estão fincadas
feito punhal na carne da terra.
Meu olhar me trai
vejo sobre o vão da enxurrada
pequenos olhos, fiapos embaraçados de cabelo
Curiosos sinceros daquele instante de luz do sol.
Faz tempo que nada se vê por aqui...
Faz tempo que passo sempre o vidro embaça
e embaraça a minha vista.
Até quis chorar, mas um choro seco
do coração.
Se resasse... Deus, estende a mão
para todos eles...eu não consigo. Me perco no medo
O craque... a droga
que empurra eles para um estado de loucura
que não passa no cinema...
nem são atores, nem estudam a arte,
nem são auto mutiladores do eu da existência...
me olharem de dentro de um buraco
onde estavam escondidos
curtindo o seu barato.
e alguma coisa embaça a vidraça.
meu olhar foge... paira sobre os altos brotos das árvores,
Elas não me assustam.
Suas raizes estão fincadas
feito punhal na carne da terra.
Meu olhar me trai
vejo sobre o vão da enxurrada
pequenos olhos, fiapos embaraçados de cabelo
Curiosos sinceros daquele instante de luz do sol.
Faz tempo que nada se vê por aqui...
Faz tempo que passo sempre o vidro embaça
e embaraça a minha vista.
Até quis chorar, mas um choro seco
do coração.
Se resasse... Deus, estende a mão
para todos eles...eu não consigo. Me perco no medo
O craque... a droga
que empurra eles para um estado de loucura
que não passa no cinema...
nem são atores, nem estudam a arte,
nem são auto mutiladores do eu da existência...
me olharem de dentro de um buraco
onde estavam escondidos
curtindo o seu barato.
coisitas loucas
Fique a vontade
para falar com as paredes.
Se as paredes falarem com você
vá correndo ao doutor
pegar um remedim para elas.
Paredes não falam
só ouvem.
para falar com as paredes.
Se as paredes falarem com você
vá correndo ao doutor
pegar um remedim para elas.
Paredes não falam
só ouvem.
O pensamento e os pensadores
Quem pensou isto?
Quem cultivou um pomar de pensadores e escreveu os livros
Então digo que por uma certa lógica
mesmo que paralelas eternas
tudo conflui nelas. Nas mentes dos pensadores.
Tudo resulta da isonomia
do principio do niilismo do universo
e o lirismo do criador de verso.
Se o universo é niilista
(por vontade própria)
o homem é positivista, por força natural, adversa
dá mãozada para todos os lados
legisla, legaliza o impossível
materializa seu lucro e fica rico.
O universo é pobre
seu ouro, besouro e couro
não lhe serve para nada... ele é "niili"
expulsa seu conteúdo
de si mesmo para ser e continuar sendo vazio.
Só assim pode ser infinito e eterno,
conter em si todo fruto do tempo
e do espaço.
A sua isonomia entendo como sua equidose
de separação e manutenção dos elementos e suas misturas que
lhe concede a função terrena de "América para os homens"
Dai o grande e inesperado choque da visão
da América terra nova... ( hoje também despida)
como sua velha mãe, Europa...
Os homens adormecidos até a idade média
seguiram as pegadas gregas e ressurgiram
no renascimento ( acordaram atormentados)
Sua casa depredada pelas guerras
de consanguinidade... familiares.
Pois todos são parentes,
especialmente a realeza e
por lógica, os súditos.
Por que o universo é niili
Só pode deixar de existir aquilo que existe...
Então qual é a proposta deste texto?
De onde virá uma nova América
para dar um novo impulso a atual descrença
e estagnação do estado humano...Eternamente em
desenvolvimento de guerra
Que representa o status de abandono
dela na terra, nas suas crenças mais intimas e sinceras?
Tão grandes os feitos de portugueses e espanhóis
que salvaram a Europa e todo o mundo dos caos do
fim... tão grandes os feitos destes progenitores
que se apiedaram da tristeza e do tédio...
e se embriagaram do novo vinho,
da nova era da Mãe América...
Mas e agora... qual será a grande jogada,
capaz de seduzir novamente estes ambiciosos jogadores?
Quem cultivou um pomar de pensadores e escreveu os livros
Então digo que por uma certa lógica
mesmo que paralelas eternas
tudo conflui nelas. Nas mentes dos pensadores.
Tudo resulta da isonomia
do principio do niilismo do universo
e o lirismo do criador de verso.
Se o universo é niilista
(por vontade própria)
o homem é positivista, por força natural, adversa
dá mãozada para todos os lados
legisla, legaliza o impossível
materializa seu lucro e fica rico.
O universo é pobre
seu ouro, besouro e couro
não lhe serve para nada... ele é "niili"
expulsa seu conteúdo
de si mesmo para ser e continuar sendo vazio.
Só assim pode ser infinito e eterno,
conter em si todo fruto do tempo
e do espaço.
A sua isonomia entendo como sua equidose
de separação e manutenção dos elementos e suas misturas que
lhe concede a função terrena de "América para os homens"
Dai o grande e inesperado choque da visão
da América terra nova... ( hoje também despida)
como sua velha mãe, Europa...
Os homens adormecidos até a idade média
seguiram as pegadas gregas e ressurgiram
no renascimento ( acordaram atormentados)
Sua casa depredada pelas guerras
de consanguinidade... familiares.
Pois todos são parentes,
especialmente a realeza e
por lógica, os súditos.
Por que o universo é niili
Só pode deixar de existir aquilo que existe...
Então qual é a proposta deste texto?
De onde virá uma nova América
para dar um novo impulso a atual descrença
e estagnação do estado humano...Eternamente em
desenvolvimento de guerra
Que representa o status de abandono
dela na terra, nas suas crenças mais intimas e sinceras?
Tão grandes os feitos de portugueses e espanhóis
que salvaram a Europa e todo o mundo dos caos do
fim... tão grandes os feitos destes progenitores
que se apiedaram da tristeza e do tédio...
e se embriagaram do novo vinho,
da nova era da Mãe América...
Mas e agora... qual será a grande jogada,
capaz de seduzir novamente estes ambiciosos jogadores?
sábado, 7 de janeiro de 2012
A Estátua
Examinada por especialista
de refinada vista
Não deixa dúvida: É perfeita.
Tem sua parte de pedra,
tão antiga e tão lerda,
que seu passo ao vento é leve.
Sua indumentária
de puro algodoal campestre
tem um odor pensativo
e uma flor de atrativo...
A sua parte humana,
vem abrumada de pano,
do redemoinho da cabeça,
até a planta do pé!
Foi posta na praça, junto de uma vidraça,
onde todos pudessem ver
e todos viram e puderam entender.
A arte do seu ventre,
a estória dos olhos, a luz do seu dia azul.
Tudo indiscutivelmente inteligível.
Nada estranho.
Absolutamente crível.
Ela se move. Se comove.
Ela ouve, discrimina...
o estorvo da sina.
E todos vão passando. O passa passa
dos passos... o toque dos pés, do alto,
no baixo faz soar algo:
Alguém se aproxima, um olhar agudo,
atravessa as retinas da estátua.
Um palmo do nariz... um palmo dos olhos,
um palmo... a voz soa insistente:
Quem é você?
A estátua se esquiva. sou a deriva.
De onde vem... à estátua não convem.
sou daqui, do além.
Um palmo do nariz:
Onde mora? La dentro ou la fora.
Cerceada a estátua se afasta gentilmente...
Mais para cima... aponta.
E tua religião?
Oh Santo Deus... era de uma igreja, depois de outra,
de outra e de outras... Aquela que fica lá mais para cima,
perto da curva, no meio do mato...
Não faz alarde as pegadas de Deus.
A estátua tinha certeza
que não seria reconhecida.
Juntou toda sua leveza
e correu uma grande descida.
Sempre um palmo do nariz
tem alguém que sempre diz:
"Ave te Cezar!"
de refinada vista
Não deixa dúvida: É perfeita.
Tem sua parte de pedra,
tão antiga e tão lerda,
que seu passo ao vento é leve.
Sua indumentária
de puro algodoal campestre
tem um odor pensativo
e uma flor de atrativo...
A sua parte humana,
vem abrumada de pano,
do redemoinho da cabeça,
até a planta do pé!
Foi posta na praça, junto de uma vidraça,
onde todos pudessem ver
e todos viram e puderam entender.
A arte do seu ventre,
a estória dos olhos, a luz do seu dia azul.
Tudo indiscutivelmente inteligível.
Nada estranho.
Absolutamente crível.
Ela se move. Se comove.
Ela ouve, discrimina...
o estorvo da sina.
E todos vão passando. O passa passa
dos passos... o toque dos pés, do alto,
no baixo faz soar algo:
Alguém se aproxima, um olhar agudo,
atravessa as retinas da estátua.
Um palmo do nariz... um palmo dos olhos,
um palmo... a voz soa insistente:
Quem é você?
A estátua se esquiva. sou a deriva.
De onde vem... à estátua não convem.
sou daqui, do além.
Um palmo do nariz:
Onde mora? La dentro ou la fora.
Cerceada a estátua se afasta gentilmente...
Mais para cima... aponta.
E tua religião?
Oh Santo Deus... era de uma igreja, depois de outra,
de outra e de outras... Aquela que fica lá mais para cima,
perto da curva, no meio do mato...
Não faz alarde as pegadas de Deus.
A estátua tinha certeza
que não seria reconhecida.
Juntou toda sua leveza
e correu uma grande descida.
Sempre um palmo do nariz
tem alguém que sempre diz:
"Ave te Cezar!"
sexta-feira, 6 de janeiro de 2012
O cientista
Sentada na cadeira
na sala de espera esperava, com anseios
o momento do exame.
Cada um que entrava no consultório demorava muito tempo lá
e saia rápido sem olhar para trás,
sem expor os olhos.
Mais curiosa mesmo com a enigmatica demora
do que a manchinha
que a trouxera ali.
Finalmente a porta se abriu e ele a chamou..;
Lindo! Ele é lindo. Sua pele de porcelana fina,
rara beleza lembra pele de bebê, rosea cereja.
Qual o problema?
Esta mancha neste lugar...exibiu a mancha...
Ah... vou fazer uma cirurgia nela e logo logo te digo
o que há...
Mas os olhos do doutor não enganam,
Estão mesmo de olho nela...
-tenho quase 40 disse ele mas estou com o vigor dos meus 25!
Ela se espantou quase 40?
Passou a reparar em todos os detalhes dele...
Quantos anos você tem... perguntou ele...
Está aí na ficha... quase 60!
Ah minha mãe tambem.
Quer ficar como eu com 25?
Eu tenho a fórmula da junventude...
Eu mesmo a uso para encorajar meus pacientes...
Posso deixa-la novinha em folha...
Ela riu ... quero sim.... quanto tempo demora para eu ficar jovem de novo...
Depende de quanto tempo você quer rejuvenescer....
Enquanto conversavam não podia
deixar de reparar na estética da beleza dele...
Era feito uma pele de flor
Sem marcas, sem manchas, sem bortuejas e nem sapnho.
Indagado sobre a fórmula ele disse que era seu segredo,
mas que estava patenteado e que ele
estava indo para os States... onde tudo é ainda mais possível...
empolgado queria rejuvenescê-la
por qualquer preço... será mesmo que amanhã terei meus 25 anos
de volta...
Valha-me Deus...
Não permita que alguém me roube minha segunda infância.
na sala de espera esperava, com anseios
o momento do exame.
Cada um que entrava no consultório demorava muito tempo lá
e saia rápido sem olhar para trás,
sem expor os olhos.
Mais curiosa mesmo com a enigmatica demora
do que a manchinha
que a trouxera ali.
Finalmente a porta se abriu e ele a chamou..;
Lindo! Ele é lindo. Sua pele de porcelana fina,
rara beleza lembra pele de bebê, rosea cereja.
Qual o problema?
Esta mancha neste lugar...exibiu a mancha...
Ah... vou fazer uma cirurgia nela e logo logo te digo
o que há...
Mas os olhos do doutor não enganam,
Estão mesmo de olho nela...
-tenho quase 40 disse ele mas estou com o vigor dos meus 25!
Ela se espantou quase 40?
Passou a reparar em todos os detalhes dele...
Quantos anos você tem... perguntou ele...
Está aí na ficha... quase 60!
Ah minha mãe tambem.
Quer ficar como eu com 25?
Eu tenho a fórmula da junventude...
Eu mesmo a uso para encorajar meus pacientes...
Posso deixa-la novinha em folha...
Ela riu ... quero sim.... quanto tempo demora para eu ficar jovem de novo...
Depende de quanto tempo você quer rejuvenescer....
Enquanto conversavam não podia
deixar de reparar na estética da beleza dele...
Era feito uma pele de flor
Sem marcas, sem manchas, sem bortuejas e nem sapnho.
Indagado sobre a fórmula ele disse que era seu segredo,
mas que estava patenteado e que ele
estava indo para os States... onde tudo é ainda mais possível...
empolgado queria rejuvenescê-la
por qualquer preço... será mesmo que amanhã terei meus 25 anos
de volta...
Valha-me Deus...
Não permita que alguém me roube minha segunda infância.
quarta-feira, 4 de janeiro de 2012
terça-feira, 3 de janeiro de 2012
O gênio
Não era de garrafa,
era de familia.
O menino gênio era filho de seus pais,
neto de seus avos e primo de seus primos.
A principio era um bebê chorão e faminto.
Parecia ser pouco sociavel.
Foi crescendo,
e crescendo seus cabelos se igualavam a Einstein.
Um emaralhado arrupiado de cabelos
não penteáveis assustava sua mãe e ele também.
Que corria pela casa e subia nas mesas
quanto via um pente nas mãos dela,
Indignada sempre com a mesma cena
preparou e tesoura e podava o cabelo do garoto gênio.
Um dia ele sumiu, dentro de casa,
Enquanto ela sempre na mesma correrria catava tudo
para por no lugar e preparava o jantar, o banho, a roupa
e todo mais... e ainda tinha que procura-lo...
Ela procurava feito louca e chamava, ele não respondia,
depois de muita procura e desespero ela o encontrou
dormindo no canto da parede, embaixo de sófa.
Coisa de que toda criança faz.
Mas era sua primeira vez de maternidade...
Queria socar a mão na bunda dele
que ele escondeu rapidamente...
Por que sumiu, perguntou...
Eu tavo brincando de escondeu.
Brincando de esconde esconde, moleque.
Escondeu eu ... dos outros... disse ele.
Que outros, só tem eu aqui,
quase morri... falava sozinha,
porque ele era muito pequeno.
Brincando de esconde esconde das crianças, mamãe.
... Deixa para lá.
Tá certo, pensou ela, cadê as crianças que estão brincando
com você...?
Ele olhou e apontou... estão lá... debaixo da cama.
Ela boba foi olhar.
Não tem ninguém aqui. Olhe você mesma.
Ai ele olhou e deu muitas risadas
rolou de rir... Ah mamãe você escondeu elas,
pode dizer aonde...!
e deu as costas saiu cantarolando
e neste dia os cabelos tavam bem longos.
era de familia.
O menino gênio era filho de seus pais,
neto de seus avos e primo de seus primos.
A principio era um bebê chorão e faminto.
Parecia ser pouco sociavel.
Foi crescendo,
e crescendo seus cabelos se igualavam a Einstein.
Um emaralhado arrupiado de cabelos
não penteáveis assustava sua mãe e ele também.
Que corria pela casa e subia nas mesas
quanto via um pente nas mãos dela,
Indignada sempre com a mesma cena
preparou e tesoura e podava o cabelo do garoto gênio.
Um dia ele sumiu, dentro de casa,
Enquanto ela sempre na mesma correrria catava tudo
para por no lugar e preparava o jantar, o banho, a roupa
e todo mais... e ainda tinha que procura-lo...
Ela procurava feito louca e chamava, ele não respondia,
depois de muita procura e desespero ela o encontrou
dormindo no canto da parede, embaixo de sófa.
Coisa de que toda criança faz.
Mas era sua primeira vez de maternidade...
Queria socar a mão na bunda dele
que ele escondeu rapidamente...
Por que sumiu, perguntou...
Eu tavo brincando de escondeu.
Brincando de esconde esconde, moleque.
Escondeu eu ... dos outros... disse ele.
Que outros, só tem eu aqui,
quase morri... falava sozinha,
porque ele era muito pequeno.
Brincando de esconde esconde das crianças, mamãe.
... Deixa para lá.
Tá certo, pensou ela, cadê as crianças que estão brincando
com você...?
Ele olhou e apontou... estão lá... debaixo da cama.
Ela boba foi olhar.
Não tem ninguém aqui. Olhe você mesma.
Ai ele olhou e deu muitas risadas
rolou de rir... Ah mamãe você escondeu elas,
pode dizer aonde...!
e deu as costas saiu cantarolando
e neste dia os cabelos tavam bem longos.
segunda-feira, 2 de janeiro de 2012
Meu lado oriental
Orienta-me ...
porque minha janela está aberta,
por onde anda a lua indecisa
vem vem o sol,
com a claridade desperta... incisiva.
O sol nascente,
Oriente, estrelas visiveis,
estrelas aparentes,
todas no oriente... subindo a serra,
numa trajetória brilhante,
ainda que seja noite,
é noite , flutuante...
porque nada sei
sobre os olhos que miro,
olhar que admiro,
e nem sou mais como antes.
porque minha janela está aberta,
por onde anda a lua indecisa
vem vem o sol,
com a claridade desperta... incisiva.
O sol nascente,
Oriente, estrelas visiveis,
estrelas aparentes,
todas no oriente... subindo a serra,
numa trajetória brilhante,
ainda que seja noite,
é noite , flutuante...
porque nada sei
sobre os olhos que miro,
olhar que admiro,
e nem sou mais como antes.
quinta-feira, 29 de dezembro de 2011
loucura
Vamos amore mio ser sócio
da mesma loucura
voce me salva eu te salvo
com amor a gente se cura.
a minha doença fatal
sem você vivo tão mal
você é a água doce
que tempera o meu sal.
da mesma loucura
voce me salva eu te salvo
com amor a gente se cura.
a minha doença fatal
sem você vivo tão mal
você é a água doce
que tempera o meu sal.
A paz
vamos combinar
e tirar a dor do peito:
fica o não dito
pelo não feito.
Eu fico mais feliz...
você satisfeito.
e tirar a dor do peito:
fica o não dito
pelo não feito.
Eu fico mais feliz...
você satisfeito.
Tera péutica do jardim
Doutora Psiquê - Analisa.
Na porta do consultório ele ainda exitou:
"pensou" e não saiu... êxito. Saída.
A médica parecia interessante. Analisa o doente pela palavra
pelo tecido da palavra,
vale aí até o ar que se respira...
Não se sentia doente
nem era mudo. Não queria conserva, isto era tudo.
Não doía ficar calado.
Mas a parede reclamou não aguentava mais aquele silêncio
lado a lado.
Entrou. Uma moça bonita o recebeu.
Era uma sedutora. Os olhos límpidos a boca aflita
cheia de saliva e palavras doces.
E sentou. Outros já estavam sentados
Uma ria muito, outra falava em outro idioma
que tudo vinha do soma... Soma muito
soma tudo... soma demais
diferentes produtos...
Aquela figura bem do lado era cômica
Vestia um traje colorido
O palhaço em coma...
tinha um estranho nariz desinibido.
Depois de um longo tempo
não medido em minutos ou segundos
mas um tempo alheio de cada um
que se passava, lá por cima de cada mundo...
A pisquê entrou sorrindo
olhou um por um com ares soberano
sigam-me crianças
até outros planos, pela escada, os degraus são bem seguros...
elevadores inflacionam os neurônios
Saímos num jardim de variadas flores
de variados espinhos... aromas picantes, modestos
estranhos, discretos impregnavam a pele,
e tudo cheirava a lebre... tinha lebre...
você sabe, talvez coelho...ou bichos semelhantes.
Borboletas flutuantes, cigarras, beija flores,
havia bichos escondidos, me dou ao farejo...
como eu sou um bicho quase esquisito
me protegem e me ocultam as minhas muitas paredes.
Terapia de grupo disse ela. Ninguém se importou.
Terapia, isto é uma secção terapéutica.
vamos tecer a trama e compor uma peutica
vamos usar a palavra como se fosse um tear
e lavrar a lavra do pensar.
Quem quer se manifestar?
Eu - falou a criatura que se destaca
por ser empanada... de panos.
Panos gregos e romanos.
- Quero dizer antes de tudo que eu não sou eu.
Mudei. Agora eu sou outra, talvez você.
Por ser comum mudar todos os dias, as pessoas se assustam.
por isso estou vestida assim...
Além do mais há um grande problema:
Mudei tudo em mim... mas não consegui mudar meu nariz.
Como você só está vendo o meu nariz,
não vai poder me avaliar.
Se meu nariz é muito grande
... alguma vantagem ele tem que dar.
Sou demais arejada... mas todos reclamam
falta de ar... desta forma estranha quando chego
alguém sai. Nunca ficamos trancados no mesmo lugar.
... escrevo depois.
Na porta do consultório ele ainda exitou:
"pensou" e não saiu... êxito. Saída.
A médica parecia interessante. Analisa o doente pela palavra
pelo tecido da palavra,
vale aí até o ar que se respira...
Não se sentia doente
nem era mudo. Não queria conserva, isto era tudo.
Não doía ficar calado.
Mas a parede reclamou não aguentava mais aquele silêncio
lado a lado.
Entrou. Uma moça bonita o recebeu.
Era uma sedutora. Os olhos límpidos a boca aflita
cheia de saliva e palavras doces.
E sentou. Outros já estavam sentados
Uma ria muito, outra falava em outro idioma
que tudo vinha do soma... Soma muito
soma tudo... soma demais
diferentes produtos...
Aquela figura bem do lado era cômica
Vestia um traje colorido
O palhaço em coma...
tinha um estranho nariz desinibido.
Depois de um longo tempo
não medido em minutos ou segundos
mas um tempo alheio de cada um
que se passava, lá por cima de cada mundo...
A pisquê entrou sorrindo
olhou um por um com ares soberano
sigam-me crianças
até outros planos, pela escada, os degraus são bem seguros...
elevadores inflacionam os neurônios
Saímos num jardim de variadas flores
de variados espinhos... aromas picantes, modestos
estranhos, discretos impregnavam a pele,
e tudo cheirava a lebre... tinha lebre...
você sabe, talvez coelho...ou bichos semelhantes.
Borboletas flutuantes, cigarras, beija flores,
havia bichos escondidos, me dou ao farejo...
como eu sou um bicho quase esquisito
me protegem e me ocultam as minhas muitas paredes.
Terapia de grupo disse ela. Ninguém se importou.
Terapia, isto é uma secção terapéutica.
vamos tecer a trama e compor uma peutica
vamos usar a palavra como se fosse um tear
e lavrar a lavra do pensar.
Quem quer se manifestar?
Eu - falou a criatura que se destaca
por ser empanada... de panos.
Panos gregos e romanos.
- Quero dizer antes de tudo que eu não sou eu.
Mudei. Agora eu sou outra, talvez você.
Por ser comum mudar todos os dias, as pessoas se assustam.
por isso estou vestida assim...
Além do mais há um grande problema:
Mudei tudo em mim... mas não consegui mudar meu nariz.
Como você só está vendo o meu nariz,
não vai poder me avaliar.
Se meu nariz é muito grande
... alguma vantagem ele tem que dar.
Sou demais arejada... mas todos reclamam
falta de ar... desta forma estranha quando chego
alguém sai. Nunca ficamos trancados no mesmo lugar.
... escrevo depois.
o engraçado da poesia
A poesia tende ser alheia
O poeta tem que ser à mão cheia.
Sem o eu mal feitor
sem o eu bem feitor...
tende ser avoado para pegar verso
amuado por amor inverso,
aluado por brilho no universo.
O eu poético eu lírico
toma uma over dose de afrodisíaco
entra em "paradisíaco" e sonha...
a medonha mentira,
da poesia. Mas uma mentira sagrada,
aquela que salga e salva a vida
do insano pecado...
Ao poeta quase tudo é liberado,
até ser marginalizado extremamente amado,
ser Dom Juan Sancho pancha
e ser da igreja o santo padre.
Se fez verso estragado,
de coração quebrado, reajuntado,
ninguém se importa
ser poeta é ser engraçado
ninguém leva a sério
o seu mal bocado.
O poeta tem que ser à mão cheia.
Sem o eu mal feitor
sem o eu bem feitor...
tende ser avoado para pegar verso
amuado por amor inverso,
aluado por brilho no universo.
O eu poético eu lírico
toma uma over dose de afrodisíaco
entra em "paradisíaco" e sonha...
a medonha mentira,
da poesia. Mas uma mentira sagrada,
aquela que salga e salva a vida
do insano pecado...
Ao poeta quase tudo é liberado,
até ser marginalizado extremamente amado,
ser Dom Juan Sancho pancha
e ser da igreja o santo padre.
Se fez verso estragado,
de coração quebrado, reajuntado,
ninguém se importa
ser poeta é ser engraçado
ninguém leva a sério
o seu mal bocado.
terça-feira, 27 de dezembro de 2011
Mulher
Toda mulher tem suas regras
regras que ela segue... que a persegue,
do pranto ao sangue,
do paraiso ao mangue
seu caranguejo a enleva.
A mulher não gosta muito
dos livros de leis criados pelos homens
que a espreme, a suga e a põe na miséria
justamente ela que toda vida e riqueza gera.
Toda mulher tem um abraço mais íntimo
que toda criatura viva conhece
é seu abraço intra uterino
e o desapego que a vagina oferece.
Assim a vida mesmo na dor
no amor também floresce.
regras que ela segue... que a persegue,
do pranto ao sangue,
do paraiso ao mangue
seu caranguejo a enleva.
A mulher não gosta muito
dos livros de leis criados pelos homens
que a espreme, a suga e a põe na miséria
justamente ela que toda vida e riqueza gera.
Toda mulher tem um abraço mais íntimo
que toda criatura viva conhece
é seu abraço intra uterino
e o desapego que a vagina oferece.
Assim a vida mesmo na dor
no amor também floresce.
O lado negro
Quando olho o lado mais triste mais trágico
a água se enfileira nos olhos...
não é poema a palavra que traço
é poema aquilo que choro.
Mas joguei a tristeza fora:
como um mal de fácil acúmulo
quero a poesia entre as quatro paredes
do salão de um túmulo.
pois se ratos e baratas
fucinham a matéria infecta
funcinharão as lembranças
da vida de um poeta.
Mas quando penso em túmulo
eu tremo:
pois nem túmulo eu tenho
sou apenas um elemento da terra
no seu eterno vai e vem....
a água se enfileira nos olhos...
não é poema a palavra que traço
é poema aquilo que choro.
Mas joguei a tristeza fora:
como um mal de fácil acúmulo
quero a poesia entre as quatro paredes
do salão de um túmulo.
pois se ratos e baratas
fucinham a matéria infecta
funcinharão as lembranças
da vida de um poeta.
Mas quando penso em túmulo
eu tremo:
pois nem túmulo eu tenho
sou apenas um elemento da terra
no seu eterno vai e vem....
domingo, 25 de dezembro de 2011
A luta
Foi curta
não deixou mortos nem feridos
um arranhão de mão
no escudo..
de alguém distraído.
O guerreiro caiu vencido.
Com a tortura das gargalhadas no ouvido.
até aplaudiram sua investida.
não deixou mortos nem feridos
um arranhão de mão
no escudo..
de alguém distraído.
O guerreiro caiu vencido.
Com a tortura das gargalhadas no ouvido.
até aplaudiram sua investida.
Conquistas
Agradeço...
Minhas conquistas
não foram muitas.
cabem numa lista...
são as ametistas
que as mãos da alma juntam
vou deixar por onde passo
na forma de verso
as boas coisas que na vida EU ACHO.
as ametistas violetas ficam
no branco preto da minha vista
e que prossigam
a fazer crescer o bem querer
na minha lista.
Meu bem querer é a vida
e o fenomeno vivente
nela contida.
Minhas conquistas
não foram muitas.
cabem numa lista...
são as ametistas
que as mãos da alma juntam
vou deixar por onde passo
na forma de verso
as boas coisas que na vida EU ACHO.
as ametistas violetas ficam
no branco preto da minha vista
e que prossigam
a fazer crescer o bem querer
na minha lista.
Meu bem querer é a vida
e o fenomeno vivente
nela contida.
sábado, 24 de dezembro de 2011
Agora agradecer...
Seu sorriso incondicional
Sua gargalhada.
seu abraço
sua presença
seu beijinho
Seu carinho
sua mão,
sua palavra
seu cheirinho.
Seu tempo,
seu olhar,
sua saudade
sua vontade
de estar pertinho.
Agradecer seu docinho
seu vinho
seu caminho,
seu paozinho
seu cafezinho.
Agradecer sempre
o presente
que você é na minha vida.
Sua gargalhada.
seu abraço
sua presença
seu beijinho
Seu carinho
sua mão,
sua palavra
seu cheirinho.
Seu tempo,
seu olhar,
sua saudade
sua vontade
de estar pertinho.
Agradecer seu docinho
seu vinho
seu caminho,
seu paozinho
seu cafezinho.
Agradecer sempre
o presente
que você é na minha vida.
sexta-feira, 23 de dezembro de 2011
brinco
comprei um brinco de lata
símbolo do tempo que me espreita...
uma folha marrom ressequida,
com umas sementinhas de madeira
Duas peninhas de beija flor
escondidas nas orelhas.
Pendurei-o na pele antiga
uma pequena parte bem visivel do meu corpo
sai pela rua exibindo o brinco novo
a folha e as peninhas do beija flor.
logo percebi um movimento
as sementinhas batendo contra a lata,
faziam sino sino contra o vento.
Era o vento
se enganhou redondamente,
a folha era de lata e as penas de beija flor
eram sino sino do meu tempo.
O vento me assedia
quer a folha de lata pensa que é outono...
mas o sino sino anuncia
este brinco de lata tem dono.
símbolo do tempo que me espreita...
uma folha marrom ressequida,
com umas sementinhas de madeira
Duas peninhas de beija flor
escondidas nas orelhas.
Pendurei-o na pele antiga
uma pequena parte bem visivel do meu corpo
sai pela rua exibindo o brinco novo
a folha e as peninhas do beija flor.
logo percebi um movimento
as sementinhas batendo contra a lata,
faziam sino sino contra o vento.
Era o vento
se enganhou redondamente,
a folha era de lata e as penas de beija flor
eram sino sino do meu tempo.
O vento me assedia
quer a folha de lata pensa que é outono...
mas o sino sino anuncia
este brinco de lata tem dono.
quinta-feira, 22 de dezembro de 2011
horas
Fiquei horas vagando pela casa:
revirando os cantos vazios
da tua risada.
Dei passos sem sentido
sentindo o nada
ausência da tua passada.
A janela aberta,
o vento, o passo
o pio, a gargalhada...
no silêncio do pássaro.
que casa mais vazia
que vazio mais ausente,
longe apenas instantes,
daquilo que nos é presente...
quando está ausente
nem depois e nem antes
do sentimento da gente.
revirando os cantos vazios
da tua risada.
Dei passos sem sentido
sentindo o nada
ausência da tua passada.
A janela aberta,
o vento, o passo
o pio, a gargalhada...
no silêncio do pássaro.
que casa mais vazia
que vazio mais ausente,
longe apenas instantes,
daquilo que nos é presente...
quando está ausente
nem depois e nem antes
do sentimento da gente.
O xadrez
As peças mudas e paradas
Chamam o jogador...
que com o olhar re sabiado,
joga seu gesto de amor.
Seu olhar marejado,
mar arejado...
seu sorriso ondulado
ondas do lado.
Chega perto sem medo de desafio
desafia o fio, do destino, sem tino, ou arimo.
É quase um deserto...
mas é tão perto,
do sol nascente, dormente,
ás 4 da manhã, presente,
ainda os sonhos insuportáveis da noite adentro.
Rompe a estrada, a porta aberta
o sol do mar na sala,
o mesmo sol do leste, embala...
Muito riso,
seu olhar não cala, é preciso amar,
criar e recriar o amor,
desde de sua insana semente,
até este tão longiquo presente.
Depois meu coração ofegante,
tenta fugir de casa,
o sol em brasa, o vinho, a asa,
o ninho...
ele vai como passarinho,
sua sede de voo seu canto de coração,
sua mão, seu olhar é
de bicho da floresta, bicho do mar...
não tem outro lugar,
se não você...!
Chamam o jogador...
que com o olhar re sabiado,
joga seu gesto de amor.
Seu olhar marejado,
mar arejado...
seu sorriso ondulado
ondas do lado.
Chega perto sem medo de desafio
desafia o fio, do destino, sem tino, ou arimo.
É quase um deserto...
mas é tão perto,
do sol nascente, dormente,
ás 4 da manhã, presente,
ainda os sonhos insuportáveis da noite adentro.
Rompe a estrada, a porta aberta
o sol do mar na sala,
o mesmo sol do leste, embala...
Muito riso,
seu olhar não cala, é preciso amar,
criar e recriar o amor,
desde de sua insana semente,
até este tão longiquo presente.
Depois meu coração ofegante,
tenta fugir de casa,
o sol em brasa, o vinho, a asa,
o ninho...
ele vai como passarinho,
sua sede de voo seu canto de coração,
sua mão, seu olhar é
de bicho da floresta, bicho do mar...
não tem outro lugar,
se não você...!
quarta-feira, 21 de dezembro de 2011
lógica
O que não pode ser simples e direto
pode ser absolutamente complexo
totalmente indiferente ao NEXO.
O que a palavra não diz
porque as letras não juntam...
não são dos abcs...
de nenhuma lingua do mundo.
pode ser absolutamente complexo
totalmente indiferente ao NEXO.
O que a palavra não diz
porque as letras não juntam...
não são dos abcs...
de nenhuma lingua do mundo.
nem Tenta escapar
Nem tenta escapar...ou esconder
mas o obvio está muito secretamente escondido.
Os Novos agentes agem secretamente,
de modo obvio quase indiferente...
que sejam eles tão impertinentes.
Querem descobrir o segredo,
da mente dos outros,
dos sonhos alheios... que feio...
que inteliência sem ciência!
cuide da própria que haja
santa paciência.
7500 mega bites de K isso!
Extraordinária panela de feitiço.
a lupa luneta
por mais que alumia
nada explica nem indicios.
Desfila desfiladeiro,
com ares da notória vida.
o dom curandeiro da morte,
da falta de sorte do efemero.
Meus heróis
quisera ter teus sóis na cabeça,
simbólico da gente que luta e vence, que convence,
que a luta compensa e recompensa a todos...
Lutem... como o caranguejo,
este do video luta contra o lodo...
e sua luta transmite...a todos
aqueles que nele confia...
e Não deixo cair uma pena
da asa que levo comigo...
estrela
mais obscuro que a claridade
do brilho do pó, ao cair da tarde.
o céu azul é miragem...
e o arco íris é água...
meu olhar é saudade.
a estrela hidrogênio
o mesmo do pulmão terreno
em amor com o oxigênio.
e por favor não peça para ser mais poética...
há tanto caos entre a moral e a ética...
como há de estética
na desordem do universo.
do brilho do pó, ao cair da tarde.
o céu azul é miragem...
e o arco íris é água...
meu olhar é saudade.
a estrela hidrogênio
o mesmo do pulmão terreno
em amor com o oxigênio.
e por favor não peça para ser mais poética...
há tanto caos entre a moral e a ética...
como há de estética
na desordem do universo.
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